Pix: como funciona a nova função antifraudes? Confira
Uma novidade nas funções antifraude do Pix podem ajudar especialmente os comerciantes brasileiros.
A partir desta terça-feira (1º), o Banco Central aumenta o prazo para contestar uma devolução da transferência de 30 para 80 dias.
Por meio do Mecanismo Especial de Devolução (MED), quem devolve dinheiro e percebe que foi uma armação consegue ter mais tempo para analisar a transação e contestar no banco.
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Em geral, já existia um mecanismo de análise de 80 dias para os usuários que caíam em golpe e enviavam valores para criminosos.
Agora, a nova diretriz ajuda aqueles que caem numa fraude um pouco mais elaborada e que pode acometer em boa parte os estabelecimentos comerciais.
Funciona assim: os criminosos entram em contato alegando terem realizado um Pix por engano ou em maior valor do que o acordado e pedem a devolução ou a diferença em uma nova transferência.
Em seguida, eles acionam o MED e alegam ter sofrido fraude, recebendo o valor novamente na conta.
Para combater esse problema, o BC agora oferece cerca de três vezes mais tempo para que seja feita a contestação.
Para as vítimas desse golpe, a novidade garante mais tempo para perceber o que aconteceu e pedir a devolução do dinheiro.
Como o MED funciona? O MED é um mecanismo exclusivo do Pix criado para facilitar as devoluções em caso de fraudes, aumentando as possibilidades de a vítima reaver os recursos.
O usuário deve registrar o pedido de devolução na sua instituição financeira em até 80 dias da data em que você o Pix foi feito ou, agora, da data em que a devolução foi recebida.
Confira o passo a passo: Vítima reclama na instituição; A instituição avalia o caso e, se entender que faz parte do MED, o recebedor do Pix terá os recursos disponíveis bloqueados na conta; O caso é analisado em até 7 dias.
Se for concluído que não foi fraude, o recebedor terá os recursos desbloqueados.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.