Marca de água sanitária tem venda proibida pela ANMAT
Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR A Agência Nacional de Medicamentos, Alimentos e Tecnologia Médica ( ANMAT ) , da Argentina , proibiu a fabricação, a venda e o uso de uma marca de água sanitária após identificar irregularidades nos registros sanitários do produto.
A restrição envolve a água sanitária 656 Profesional , concentrada a 60% . Segundo a agência reguladora argentina, havia dúvidas sobre a legitimidade do produto, o que levou à abertura de uma investigação para verificar sua procedência e regularidade sanitária.
Durante a apuração, as autoridades constataram que a produção não estava devidamente registrada. Além disso, não foi possível identificar um estabelecimento responsável pela fabricação, dificultando a verificação das condições em que o produto químico era produzido.
A principal razão foi a ausência dos registros necessários para comprovar a fabricação regular e permitir a fiscalização sanitária. Sem essas informações, a ANMAT não conseguiu confirmar a procedência do produto nem verificar se sua produção atendia às exigências aplicáveis.
A agência também tentou notificar a empresa que supostamente seria responsável pela marca, utilizando o endereço divulgado em suas redes sociais. No entanto, a comunicação não recebeu resposta, e a investigação avançou para a adoção de medidas restritivas.
A disposição 6539/2026 determina que a proibição seja aplicada em todo o território argentino. A decisão abrange diferentes etapas da cadeia comercial, incluindo os canais digitais.
A decisão argentina abrange seis atividades relacionadas à água sanitária 656 Profesional, concentrada a 60%.
A restrição foi adotada para impedir que o produto continue circulando sem a comprovação de sua regularidade sanitária.
A apuração apontou dois problemas centrais: a falta de inscrição regular da produção e a impossibilidade de identificar o estabelecimento responsável pela fabricação. Esses fatores impediram a confirmação da legitimidade do produto e das condições em que era elaborado.
Segundo a ANMAT, a medida tem como objetivo proteger possíveis compradores e usuários de um produto cujas condições de fabricação são desconhecidas. A agência ressaltou que produtos de limpeza de uso doméstico precisam cumprir as exigências de habilitação e registro para serem comercializados legalmente.
A decisão não significa, por si só, que tenha sido comprovada uma contaminação ou um dano específico à saúde. O fundamento divulgado pela autoridade foi a falta de registros que permitissem verificar a fabricação legítima e a fiscalização do produto.
A determinação reforça a importância de verificar a procedência e a regularidade sanitária de produtos químicos utilizados na limpeza doméstica, especialmente quando são vendidos pela internet.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em oantagonista.com.br — o conteúdo pertence a O Antagonista.