quinta-feira, 3 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Política

Jovem acusado de matar a mãe terá de devolver pensão ao INSS

Consultor Jurídico ·
Jovem acusado de matar a mãe terá de devolver pensão ao INSS

A 1ª Vara Federal de Carazinho (RS) condenou um jovem de 25 anos a ressarcir o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) pelos valores pagos a título de pensão por morte de sua mãe, vítima de feminicídio .

Magnific De acordo com INSS, acusação gerou a obrigação do pagamento do benefício Na ação regressiva, o INSS alegou que o réu assassinou a própria mãe.

De acordo com o órgão, o crime gerou a obrigação do pagamento do benefício ao companheiro da vítima, iniciado em fevereiro de 2025.

O instituto sustentou que a concessão decorreu diretamente da conduta ilícita do acusado e pediu o ressarcimento das parcelas já quitadas, das vincendas e das demais despesas relacionadas ao benefício.

Depois da citação, o pai do réu informou que o jovem estava recolhido em um presídio, não tinha condições financeiras nem renda própria para contratar um advogado e solicitou a nomeação de um defensor dativo — pedido que foi atendido.

A defesa alegou que, na condição de curador especial, não se aplicava o ônus da impugnação específica dos fatos.

Com isso, solicitou a improcedência da demanda e protestou pela produção de provas.

Provas da investigação Ao analisar o caso, a juíza Adriana Liberalesso da Silva destacou que, embora o julgamento pelo Tribunal do Júri ainda não tenha ocorrido, as provas produzidas na investigação criminal são suficientes para demonstrar a materialidade do homicídio e a autoria atribuída ao acusado.

A magistrada ressaltou que o inquérito policial foi instaurado para apurar o desaparecimento da vítima e que, durante as diligências, foram identificados vestígios de sangue na residência em que eles moravam, além de sinais de tentativa de limpeza do local.

A sentença registrou também que o próprio réu indicou à polícia onde havia ocultado o corpo.

O exame necroscópico concluiu que a morte ocorreu por estrangulamento.

A decisão considerou ainda que ficou configurado o contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher.

“A vítima era mãe do requerido e ambos residiam na mesma residência.

Ademais, os documentos anexados aos autos registram histórico de conflitos entre mãe e filho desde a adolescência, com frequentes discussões e relatos do próprio periciado de sentimentos de ódio e raiva em relação à vítima”, considerou a juíza.

Ler a notícia completa no Consultor Jurídico ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.conjur.com.br — o conteúdo pertence a Consultor Jurídico.

Mais de Consultor Jurídico

Ver tudo ›

Mais em Política

Ver tudo ›