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O dia na política: caso Moraes-Vorcaro incendeia a corrida eleitoral; TSE libera campanha de Renan Santos

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O dia na política: caso Moraes-Vorcaro incendeia a corrida eleitoral; TSE libera campanha de Renan Santos

As novidades sobre o caso provocaram forte reação entre os candidatos à presidência; confira o que cada um disse

As revelações da Polícia Federal (PF) sobre a proximidade entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro , do Banco Master , sacudiram o cenário político nesta terça-feira (1), colocando a relação entre o Judiciário e o mercado no centro dos debates da corrida presidencial.

Relatórios da PF encaminhados ao ministro André Mendonça detalham que a interlocução entre Vorcaro e Moraes remonta ao fim de 2023.

Entre os pontos mais sensíveis, a perícia aponta que metadados sob o nome "Ministro Alexandre de Moraes" figuram como responsáveis pela última modificação em minutas de contrato do Banco Master com o escritório de Viviane Barci de Moraes, esposa do magistrado.

Além disso, mensagens de abril de 2024 mostram Vorcaro intermediando um pedido atribuído a Moraes junto ao Brazil Journal para que fosse mencionada uma reunião privada entre o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair e os ministros Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes.

As novidades sobre o caso provocaram forte reação entre os candidatos à presidência.

Ronaldo Caiado (PSD) exigiu explicações públicas e declarou que o banqueiro "contaminou todos os Poderes".

Já Flávio Bolsonaro (PL) defendeu a renúncia imediata de Moraes. Questionado sobre revelações da imprensa sobre um repasse de US$ 1,6 milhão de Vorcaro a um fundo ligado à produção de um filme sobre Jair Bolsonaro , o senador transferiu a responsabilidade de esclarecimentos à produtora.

Romeu Zema (Novo) subiu o tom contra o magistrado devido à atuação no contrato de R$ 131 milhões entre o banco e a esposa do ministro, acusando-o de interferências indevidas.

Augusto Cury (Avante) voltou a pregar reforma institucional, defendendo o fim da vitaliciedade para ministros do STF e a fixação de mandatos de oito anos.

Fora do eixo central do escândalo Master, o ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), voltou atrás e revogou a decisão que suspendia a campanha digital de Renan Santos , candidato à presidência pelo Missão.

Após a apresentação das informações sobre as contas oficiais e o cumprimento das exigências formais, Toffoli restabeleceu o acesso do candidato às redes sociais, liberou o uso dos recursos do Fundo Eleitoral e confirmou sua autorização para participar de debates veiculados na imprensa.

Em outra frente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para solicitar direito de resposta a declarações feitas pelo senador Flávio Bolsonaro (PL) durante a sabatina da TV Globo.

A equipe jurídica do petista questiona oito afirmações do adversário e sustenta que elas apresentam informações falsas ou descontextualizadas sobre temas relacionados à trajetória política e à candidatura de Lula.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.seudinheiro.com — o conteúdo pertence a Seu Dinheiro.

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