PRIO (PRIO3) opera em queda após produção recuar 5% em agosto
A produção de óleo da PRIO ( PRIO3 ) atingiu média de 179,9 mil bpd em agosto, queda de 5% na compação em relação ao mês anterior.
O recuo foi impulsionado principalmente por Albacora Leste e Peregrino .
Às 12h55, as ações da petroleira recuavam 2,53%, cotadas a R$ 62,78.
O Itaú BBA avaliou a produção como ligeiramente negativa, refletindo problemas operacionais na maioria dos campos da empresa.
O declínio foi impulsionado principalmente pela parada programada da planta de processamento de Albacora Leste para manutenção do sistema de resfriamento, bem como pela paralisação do poço C-16 em Peregrino após uma falha na bomba submersível, com os reparos concluídos no final de agosto.
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A XP também classificou a prévia como negativa, destacando que a produção ficou abaixo de sua estimativa em agosto.
Ainda assim, a casa não vê a queda como indicativa de uma trajetória mais fraca à frente e espera recuperação dos volumes.
Além das paradas em Albacora Leste e Peregrino, o Cluster Bravo foi afetado pela interrupção temporária do poço OGX-44HP para reparos na linha de escoamento.
Em contrapartida, o início da produção do poço A-13, em Peregrino, em 10 de agosto, ajudou a compensar parte da queda.
De forma geral, o JPMorgan considera os dados neutros para a PRIO.
Os volumes de agosto foram pressionados por manutenções programadas e paradas temporárias de poços, mas a conclusão dos reparos em Peregrino e o início da produção do A-13 devem sustentar os níveis de produção no curto prazo.
Além disso, a produção acumulada de julho e agosto continua ligeiramente acima das estimativas para o terceiro trimestre, em 1,1%.
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