Para ampliar 'ecossistema de bem-estar', Smart Fit reposiciona marca
A rede de academias Smart Fit, que tem mais de cinco milhões de alunos em toda a América Latina, apresenta amanhã (04) seu novo posicionamento. Agora, a empresa busca transformar seu modelo de negócios de uma rede de academias convencional para um ecossistema completo de bem-estar.
A grande aposta desse novo ecossistema reside na integração de três pilares centrais: treino, saúde e comunidade. O aplicativo Smart Fit assume o papel de protagonista e hub central, conectando os ambientes físicos e digitais para acompanhar o cliente dentro e fora da academia.
Por meio dele, os usuários terão acesso integrado a serviços de consultoria de treinos online, exame de bioimpedância, consultas e planos nutricionais e até mesmo assinatura de bebidas funcionais. Essa sinergia pretende ampliar a retroalimentação de dados, que personaliza a experiência e fomenta a fidelização dos clientes.
Criada pela agência Milá, a iniciativa adota o conceito "É mais que Fit. É Smart Fit." e será veiculada em ampla presença em mídia.
O reposicionamento da marca coincide com um momento de profunda transformação no setor, impulsionado pela popularidade de medicamentos voltados ao emagrecimento rápido.
Para a Smart Fit, o fenômeno pode representar uma oportunidade em vez de uma ameaça. A rede identifica um impacto positivo no movimento das academias, com um aumento expressivo pela busca de hipertrofia e fortalecimento muscular para evitar a perda de massa magra.
A estratégia da marca é capturar esse consumidor em uma jornada mais ampla, em que treino, nutrição e acompanhamento corporal se complementam.
Segundo Rafael Dias, diretor global de marketing da Smart Fit, esse cenário melhora a autoestima e engaja as pessoas no autocuidado. Para ele o público está mais consciente. "As pessoas passam a perceber que é mais importante emagrecer com qualidade, emagrecer sem perder a massa magra, sem perder força", afirma.
Para apoiar essa jornada de "forma científica", a Smart Fit vai incentivar que alunos façam, por exemplo, exames mensais de bioimpedância nas unidades, cujos resultados alimentam diretamente o aplicativo.
Assim, nutricionistas e professores poderão alinhar treinos e planos alimentares de acordo com as necessidades e a evolução individual de cada indivíduo. "O que a gente tenta fazer é colocar a informação a favor dos objetivos de cada um, seja um objetivo de hipertrofia, um objetivo de emagrecimento, um objetivo de melhora da qualidade de vida de forma geral", afirma Rafael.
O maior desafio de comunicação da Smart Fit neste momento de transição é capturar a atenção de um consumidor sobrecarregado de informações e educá-lo sobre a nova gama de serviços.
A estratégia desenhada pela equipe de marketing atua em três camadas: conscientização sobre o ecossistema, entendimento da utilidade de exames corporais e a conversão final para a rotina diária.
Com o rebranding, a Smart Fit pretende se consolidar como um ecossistema que soma treino, saúde e comunidade, com o objetivo de potencializar a experiência da academia.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em economia.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Economia.