Uber corta 10% dos funcionários para reduzir custos e agilizar gestão
A Uber anunciou, nessa quarta-feira (2), um corte de 10% do quadro de funcionários.
A medida visa consolidar camadas de gestão e reduzir custos.
A empresa contava com cerca de 34 mil empregados ao fim de 2025, segundo registro anual.
O objetivo declarado é tornar a companhia mais ágil e liberar recursos para investimentos em crescimento.
Entre os planos já assumidos está um compromisso de mais de US$ 10 bilhões em veículos autônomos nos próximos anos, segundo a CNBC.
Estrutura de gestão no centro dos cortes As mudanças afetam especialmente equipes pequenas e níveis hierárquicos mais distantes da liderança.
Times formados por um ou dois subordinados diretos serão reduzidos em quase metade.
Funcionários que estão sete degraus abaixo do diretor-presidente serão cortados em 20%.
A Uber também vai unificar equipes e concentrar mais profissionais em centros como Nova York e São Francisco.
Cerca de 1% dos funcionários terá permissão para seguir em regime remoto, segundo o diretor-presidente Dara Khosrowshahi .
Leia mais: Na corrida por experiências mais personalizadas, Genesys aposta em orquestração agêntica “Uma organização mais enxuta significará propriedade mais clara, decisões mais rápidas e mais tempo dedicado a construir em vez de coordenar”, diz Khosrowshahi.
Uber e a onda de demissões em tecnologia A empresa não atribuiu os cortes à inteligência artificial, que tem sido apontada como fator em diversas demissões recentes no setor.
Khosrowshahi disse que a Uber simplesmente cresceu além das estruturas que havia construído.
Em comunicado interno aos funcionários, o executivo escreveu que as mudanças têm dois objetivos: “tornar a Uber mais simples e mais rápida, e criar mais capacidade para investir em nosso futuro”.
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