A um mês das eleições, Lula marca evento no Planalto nesta quinta para anunciar fim da fila do INSS
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) marcou para esta quinta-feira (3) um evento no Palácio do Planalto que deve anunciar o fim da fila do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Zerar as filas do INSS foi uma das promessas de Lula ao tomar posse em 2023.
Caso objetivo seja cumprido, o governo solucionará uma das principais queixas dos beneficiários do INSS às vésperas das eleições presidenciais de 2026.
Atualmente, cerca de 1,3 milhão de pessoas aguardam a análise para a concessão de benefícios.
Lula responde a pergunta sobre fila do INSS 🔎O INSS é uma autarquia federal vinculada ao Ministério da Previdência Social, encarregada de executar as ações de concessão, manutenção e pagamento de benefícios previdenciários.
Nomeada de "Atendimento Sem Fila na Previdência Social", a cerimônia no Palácio do Planalto está prevista para às 15 horas.
Em junho, o presidente afirmou que tinha a meta de zerar a fila até setembro deste ano.
Na semana passada, Lula afirmou durante sabatina da TV Globo que iria anunciar o fim da fila do INSS nesta semana e que, a partir do anúncio, "a espera de 45 dias vai estar apenas em 251 mil pessoas, que é o normal".
Ao ser questionado sobre a promessa de zerar a fila, o petista disse que, ao assumir o terceiro mandato presidencial, o governo encontrou cerca de 3 milhões de pessoas aguardando atendimento na Previdência.
Nos últimos meses, a fila de espera recuou de forma expressiva e os indeferimentos de pedidos também avançam com rapidez.
Dados do Ministério da Previdência Social mostram que a fila caiu para 1,8 milhão de benefícios represados em junho e para 1,55 milhão no fim de julho – o menor patamar em 21 meses.
No ano, a redução da fila foi de 74%. ➡️O número de benefícios negados também mostra forte elevação.
Em junho, os indeferimentos se aproximaram da marca de 1 milhão. ➡️No acumulado do ano, o volume de benefícios rejeitados cresceu 70% na comparação com o mesmo período do ano passado.
Entre os requerimentos mais rejeitados estão os relativos a benefícios de incapacidade, que incluem o antigo auxílio por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença), auxílio-acidente e aposentadoria por incapacidade permanente.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Política.