Motorista coloca lâmpada mais potente no farol para enxergar melhor à noite e descobre que potência não significa iluminação mais segura
Entenda como potência, facho, refletor e instalação elétrica afetam a segurança ao dirigir
Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR Um motorista troca a lâmpada original por uma lâmpada mais potente acreditando que enxergará melhor nas estradas durante a noite. O resultado, porém, pode ser superaquecimento, facho desregulado e ofuscamento de quem trafega no sentido contrário. A iluminação segura depende da compatibilidade entre lâmpada, refletor, lente e instalação elétrica, não apenas do número de watts indicado na embalagem.
O watt informa quanto de energia elétrica a lâmpada consome, mas não mostra sozinho quanto da luz chegará corretamente ao asfalto. Duas lâmpadas com a mesma potência podem apresentar fluxo luminoso, temperatura de cor e distribuição muito diferentes. Para o condutor, importa iluminar a área necessária sem lançar excesso de claridade nos olhos dos demais usuários da via.
O farol é projetado para trabalhar com uma fonte luminosa posicionada em um ponto específico. Quando o filamento ou o emissor fica fora dessa posição, o refletor distribui a luz de maneira inadequada. O motorista pode perceber uma parede ou placa mais clara perto do carro, mas enxergar menos à distância justamente onde precisa identificar curvas, pedestres e obstáculos.
A instalação elétrica e o conjunto óptico são dimensionados para determinada carga e temperatura. Aumentar a potência sem verificar os limites do fabricante pode aquecer fios, conectores, soquetes e a própria carcaça do farol. Entre os problemas possíveis estão:
O excesso de calor ou uma instalação incompatível pode provocar derretimento do soquete ou do conector elétrico .
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em oantagonista.com.br — o conteúdo pertence a O Antagonista.