Tesouro Direto: taxas voltam a subir nos vencimentos de longo prazo; onde investir?
Os rendimentos dos títulos do Tesouro Direto registram alta firme nesta terça-feira (1).
No caso dos atrelados à inflação, os Tesouro IPCA+, ela é mais intensa, quando comparada a dos prefixados.
Os últimos, porém, caíram menos ao longo de agosto, quando aumentaram a distância em relação aos demais.
O movimento acompanha o rendimentos dos títulos públicos americanos.
Eles voltaram a subir e, no caso dos com vencimento em 10 anos, encostaram no ponto mais alto desde janeiro de 2025, a 4,784% ao ano.
Novos ataques entre Irã e Estados Unidos fizeram petróleo registrar valorização de 5% só nesta semana e frustraram expectativas de uma resolução próxima para o conflito que se arrasta por seis meses O tom da fala de Kevin Warsh, presidente do Fed (Federal Reserve, o banco central dos EUA), em sua última aparição pública foi de que a inflação é a maior preocupação da autoridade monetária.
A guerra com o Irã é um dos principais vetores da alta de preços na economia americana, ao aumentar custos de energia e transportes.
Com a nova escalada da guerra, esse risco fica ainda maior.
A aplicação no Tesouro IPCA+ 2032 paga IPCA + 8,11%, ante IPCA + 8,04% na última sessão.
A aplicação no Tesouro IPCA+ 2040 retorna IPCA + 7,54%, ante IPCA + 7,49% na última sessão.
A aplicação no Tesouro IPCA+ 2050 retorna IPCA + 7,40%, ante IPCA + 7,32% na última sessão.
A aplicação no Tesouro Prefixado 2029 paga 14,25%, ante 14,20% na última sessão.
A aplicação no Tesouro Prefixado 2032 remunera 14,69%, ante 14,62% na última sessão.
Onde investir? Desde o mês passado, uma das principais recomendações de investimento em títulos públicos é o Tesouro IPCA+ 2032.
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