Ibovespa em alta de 3%: É hora de comprar ou vender ações? Veja o que dizem os gráficos, segundo este analista da Empiricus
O Ibovespa opera na casa dos 186 mil pontos nesta quarta-feira (2).
Apesar da alta de cerca de 3%, Marlon Scatolin , analista de renda variável da E mpiricus , diz investidores devem ter cautela, com base na análise gráfica do índice .
Em entrevista ao Giro do Mercado , programa do Money Times no YouTube , Scatolin defende o otimismo com o Ibovespa, mas destaca: “A gente tem aproximadamente 56% dos nossos ativos que compõem o Ibovespa dentro de uma condição técnica favorável, mas isso não quer dizer que a gente vá sair comprando todos eles”.
Segundo o analista, “graficamente, a gente já vê alguns indicadores técnicos mostrando uma condição de sobrecompra”.
Nesse contexto, ele destaca a importância de entender o que está por trás da alta e se a movimentação é saudável a longo prazo.
Na visão gráfica, “é interessante que ele faça o movimento de repique, para que seja saudável”.
Para explicar esse cenário, Scatolin cita o desempenho do Ibovespa em 2025 : “Não foi em um único dia que os 32% [de alta] aconteceram, foram diversos dias com altas e baixas”.
Ibovespa vai alcançar os 200 mil pontos? O analista diz que o patamar dos 200 mil pontos é muito importante, mas afirma que o Ibovespa é “inflacionado”.
Nesse contexto, ele aponta que o índice pode buscar a região, mas não em um único dia.
Isso porque a alta abrupta pode resultar no aumento do risco, segundo Scatolin.
Inclusive, pode fazer com que fundos zerem suas posições, algo que não fariam se a movimentação acontecesse de modo mais saudável.
“Quando a gente fala sobre gráfico, não é simplesmente ele subir qualquer porcentagem, é ele subir com um movimento saudável, em que ele sobre um pouco e faz um pullback com uma seleção de ativos, que é o que aconteceu em 2025, um ano espetacular”.
Assista a entrevista na íntegra: *Sob supervisão de Renan Sousa
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.moneytimes.com.br — o conteúdo pertence a Money Times.