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Ibovespa avança com apoio de Petrobras (PETR4), na contramão de NY; dólar fica estável

Valor Investe ·
Ibovespa avança com apoio de Petrobras (PETR4), na contramão de NY; dólar fica estável

O Ibovespa futuro e o dólar abriram em alta leve nesta terça-feira (1), em um dia de maior aversão aos investimentos de risco no mundo.

Os indicadores futuros de ações americanas caíam no começo do dia, com a alta dos juros dos papéis do governo americano.

As remunerações dos títulos do Japão passaram de 3% pela primeira vez em 30 anos, diante das preocupações com o petróleo, a inflação e as condições fiscais.

O Ibovespa avançava 0,13%, aos 180.270 pontos, às 9h05 O dólar comercial avançava 0,18%, a R$ 5,19, no mesmo horário Além disso, um calendário econômico repleto de eventos mantêm os investidores em alerta.

No exterior, os números de vagas em aberto (Jolts, na sigla em inglês) nos Estados Unidos estarão no foco hoje, mas a sexta-feira terá o dado mais importante da semana, o relatório “payroll”, com a geração de empregos nos EUA, a taxa de desemprego e os ganhos salariais.

O relatório de emprego americano ganha mais peso após Kevin Warsh, presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), deixar claro que conduzir a inflação de volta à meta de 2% é sua prioridade, sugerindo que as taxas podem precisar subir.

Os preços do petróleo avançavam no começo do dia, após Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, ameaçar ataques contra o Irã, depois do confronto entre os países ser retomado no domingo, após um mês sem mísseis.

Os preços são sustentados também por relatos de redução no número de navios de commodities no Estreito de Ormuz.

No Brasil, PIB e riscos fiscais estão no foco Aqui no Brasil, os investidores monitoram o Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre hoje, que desacelerou e avançou 0,5% no segundo trimestre.

A mediana das previsões de 62 instituições financeiras e consultorias ouvidas pelo Valor apontava para um crescimento de 0,4% no segundo trimestre.

Assim, o PIB veio um pouco maior que o esperado, mas dentro do intervalo das projeções, que variavam de 0,2% a 0,7%.

Isso reforça os sinais de que a economia está desacelerando e as apostas em corte de juros no país.

A Selic atualmente está em 14% ao ano e a expectativa dos investidores é de uma redução de 0,25 ponto percentual neste mês, para 13,75% ao ano, aponta o Termômetro do Copom.

Contudo, o mercado está preocupado com os riscos fiscais com a eleição chegando.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em valorinveste.globo.com — o conteúdo pertence a Valor Investe.

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