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Area 51 prevê investir seis milhões de euros nos próximos cinco anos

Diário de Notícias ·
Area 51 prevê investir seis milhões de euros nos próximos cinco anos

A Area 51, que atua no setor dos eventos e espetáculos, prevê investir cerca de seis milhões de euros nos próximos cinco anos, avança, em entrevista à Lusa, o presidente executivo (CEO) e fundador, Joaquim Silva.

O crescimento do grupo "tem sido acompanhado por uma aposta contínua no reforço da capacidade operacional e no desenvolvimento das diferentes áreas de negócio" e, "para os próximos cinco anos, está previsto um investimento na ordem dos seis milhões de euros, com o objetivo de sustentar o crescimento, reforçar a qualidade dos serviços e apoiar a expansão do Grupo nos mercados nacional e internacional", salienta o gestor, em resposta escrita à Lusa.

A Area 51 atua no setor dos eventos e espetáculos, com foco na prestação de serviços técnicos, nomeadamente de 'rigging' [montagem, desmontagem e operação de sistemas de suspensão e movimentação de cargas], através da marca Evil Angels.

O grupo integra ainda outras três marcas complementares ao serviço deste setor: a Evil Force, dedicada à logística técnica e barreiras antipânico; a Evil Angels Academy, focada na formação especializada; e a Evil Studios, dedicada a infraestruturas para ensaios, pré-produções, filmagens e eventos.

Atualmente, o grupo tem "26 colaboradores nos quadros e cerca de 100 'freelancers' que trabalham regularmente" com a empresa, diz.

Para acompanhar "o crescimento da atividade, reforçámos também a equipa durante 2026, com a contratação de 10 novos colaboradores", prossegue o CEO.

Sobre como vê a evolução do negócio dos eventos nos próximos dois anos, Joaquim Silva diz que o setor "vai continuar a tornar-se mais exigente, profissionalizado e tecnológico".

Nesse sentido, "a segurança e a especialização técnica serão cada vez mais importantes, acompanhadas por uma maior exigência ao nível da certificação dos profissionais e dos equipamentos".

Paralelamente, "a digitalização, a monitorização dos equipamentos e a sustentabilidade vão ganhar peso na forma como os eventos são planeados e executados", sublinha.

Para a Area 51, "esta evolução representa também uma oportunidade para continuar a investir em formação, tecnologia e inovação", aponta o CEO.

Quanto aos objetivos a médio prazo, o principal é "consolidar a Area 51 como um grupo de referência, não só em Portugal, mas também a nível internacional".

Por isso, "queremos reforçar a nossa presença no Médio Oriente, avançar progressivamente para novos mercados europeus e da América do Sul e continuar a desenvolver as diferentes marcas do grupo", sublinha.

O grupo português espera faturar cinco milhões de euros em 2026, sendo a internacionalização uma prioridade estratégica.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.

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