sábado, 17 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Manifestantes gritam no Rossio: "Daqui não saio, daqui ninguém me tira"› Habitação. Paulo Raimundo denuncia nova lei "feita à medida dos fundos imobiliários"› 21h Movimento pela habitação pede prolongamento do protesto no Porto› Mélenchon acusa as autoridades de provocarem uma "crise de regime"› Volta ao Mundo em 80 dias, filme que marcou a história do cinema, estreou há 70 anos› Donald Trump adia nova lei de sanções contra a Rússia› Manifestantes montam tendas em Lisboa para protestar o aumento do custo de vida› Papa tem alta e sai do hospital após ser operado a um cancro no pulmão› Jovens apoiantes de Lula e Flávio Bolsonaro em confronto a uma semana da segunda volta› Jornalistas da TVI/CNN vivem momentos de tensão em protestos em Paris› Manifestantes gritam no Rossio: "Daqui não saio, daqui ninguém me tira"› Habitação. Paulo Raimundo denuncia nova lei "feita à medida dos fundos imobiliários"› 21h Movimento pela habitação pede prolongamento do protesto no Porto› Mélenchon acusa as autoridades de provocarem uma "crise de regime"› Volta ao Mundo em 80 dias, filme que marcou a história do cinema, estreou há 70 anos› Donald Trump adia nova lei de sanções contra a Rússia› Manifestantes montam tendas em Lisboa para protestar o aumento do custo de vida› Papa tem alta e sai do hospital após ser operado a um cancro no pulmão› Jovens apoiantes de Lula e Flávio Bolsonaro em confronto a uma semana da segunda volta› Jornalistas da TVI/CNN vivem momentos de tensão em protestos em Paris
Últimas

Protestos deixam França em chamas: fogo destrói edifício histórico da Câmara de Limoges. Veja as imagens

Diário de Notícias ·
Protestos deixam França em chamas: fogo destrói edifício histórico da Câmara de Limoges. Veja as imagens

Manifestantes provocaram incêndios e danificaram edifícios em várias cidades francesas este sábado, 17 de outubro, durante protestos contra o aumento do custo de vida e as condições nas escolas.

Em Paris, registaram-se confrontos entre a polícia e grupos de manifestantes que se juntavam a uma marcha no âmbito da jornada nacional de protesto contra o aumento do custo de vida e em apoio às reivindicações dos estudantes do ensino secundário.

A polícia recorreu a gás lacrimogéneo para dispersar centenas de manifestantes encapuzados e mascarados que arremessavam petardos e outros objetos contra as forças de segurança na Praça da República, ao mesmo tempo que gritavam "Macron, demissão".

Para o local foi destacado um forte contingente do corpo de intervenção.

Por toda a França, milhares de pessoas responderam a apelos nas redes sociais para reativar o movimento dos "coletes amarelos", que surgiu em 2018 contra a injustiça social.

Grupos de estudantes, em protesto desde meados de setembro através de bloqueios de escolas, apelaram aos seus apoiantes para se juntarem às ações.

A CGT, uma das principais centrais sindicais de França, também apoiou os protestos, exigindo "salários e pensões mais elevados, preços mais baixos e a salvaguarda de serviços públicos que respondam às necessidades da população".

Segundo o gabinete do ministro do Interior, Laurent Nuñez, as autoridades registaram 140 ações de protesto fora da região de Paris até ao meio-dia, envolvendo mais de 30 mil pessoas.

As autoridades deram conta de pelo menos 166 detidos em todo o país.

O gabinete do ministro do Interior assinalou atos de violência praticados por indivíduos encapuzados em Paris, Marselha, Rennes, Toulouse e Angers , incluindo tentativas de pilhagem, agressões a agentes policiais, incêndios em mobiliário urbano e ataques a instalações governamentais e órgãos de comunicação social.

Na cidade portuária de Marselha, no sul do país, alguns estabelecimentos comerciais e uma esquadra da polícia municipal sofreram estragos, e manifestantes invadiram por momentos o átrio da Câmara Municipal.

Em declarações ao canal BFM, o presidente da Câmara de Marselha, Benoît Payan, indicou que foram registados "danos limitados", ao falar no átrio da edilidade após a dispersão dos manifestantes pela polícia.

Na sexta-feira, o Presidente Emmanuel Macron reconheceu “o direito constitucional de protestar e de expressão", mas fez um apelo à calma.

"Este direito exige respeito.

Ler a notícia completa no Diário de Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.

Este assunto em outros veículos

Mais de Diário de Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›