sexta-feira, 16 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› 2h Habitação. Organizadores de protesto no Porto ordenam desmobilização› Moedas suspende utilização de trotinetes partilhadas em Lisboa› PODCAST | Crossfire› Sismo de magnitude 4 sentido no norte de Portugal› Manifestantes decidem voltar a passar a noite no local onde houve uma carga policial no Porto› PODCAST | 5.ª Coluna com Miguel Sousa Tavares› Crise na habitação: "A pergunta é porquê só agora os protestos, dada a situação dramática que se vive em Portugal"› "É um mar de gente": manifestantes continuam a juntar-se em força na Praça D. João I› Problema da habitação é "nacional" e "não vai ser resolvido tão cedo"› Encontrado pela GNR homem que raptou filha menor e provocou desacatos em Bragança› 2h Habitação. Organizadores de protesto no Porto ordenam desmobilização› Moedas suspende utilização de trotinetes partilhadas em Lisboa› PODCAST | Crossfire› Sismo de magnitude 4 sentido no norte de Portugal› Manifestantes decidem voltar a passar a noite no local onde houve uma carga policial no Porto› PODCAST | 5.ª Coluna com Miguel Sousa Tavares› Crise na habitação: "A pergunta é porquê só agora os protestos, dada a situação dramática que se vive em Portugal"› "É um mar de gente": manifestantes continuam a juntar-se em força na Praça D. João I› Problema da habitação é "nacional" e "não vai ser resolvido tão cedo"› Encontrado pela GNR homem que raptou filha menor e provocou desacatos em Bragança
Últimas

Passos Coelho deu à costa. E talvez venha aí um 'tsunami' político

Diário de Notícias ·

Com a entrevista que deu a Maria João Avilez, Pedro Passos Coelho colocou-se, definitivamente, na linha de partida para a liderança do PSD e para uma candidatura a primeiro-ministro.

Falta o tiro de partida para a corrida que terá de ser dado pelo PSD num qualquer congresso extraordinário.

Passos Coelho foi claro na sua entrevista.

Não há qualquer sombra no projecto que apresentou ao país.

Goste-se ou não desse projecto, ficou expresso que o antigo primeiro-ministro quer federar a direita, quer uma coligação da Aliança Democrática com o Chega e a Iniciativa Liberal.

É um projecto que Montenegro não quis abraçar quando se apresentou a eleições.

Como os caros leitores estarão lembrados, Luís Montenegro baseou a candidatura no célebre “não é não” que, em princípio, lhe terá conferido uma vitória curta nas eleições legislativas.

E isto é uma contradição para Passos Coelho, que vem agora exigir a Montenegro que deixe de governar num permanente saltitar entre PS e Chega e assuma uma aliança com as forças à sua direita? Não, não é! Porque na cabeça de Passos Coelho esteve sempre a ideia de que, mesmo com risco de perder as eleições, Luís Montenegro deveria ter pensado no país e assumido um projecto maioritário que desse condições para efectivar mudanças em Portugal.

Para Passos Coelho o importante é o país e não uma estratégia destinada a obter uma vitória eleitoral.

“Que se lixem as eleições”, lembram-se? Este incremento do protagonismo de Passos Coelho vai ser uma dor de cabeça para Montenegro.

O PSD corre o risco de entrar num processo de convulsão interna.

Pode acontecer um tsunami ...

Isto porque esta e as futuras intervenções de Passos Coelho vão pôr mais a nu todas as fragilidades do Governo.

O clímax desse momento será a apresentação do estudo que está a ser preparado por Passos Coelho e Sérgio Sousa Pinto a pedido da Associação Comercial do Porto.

Ler a notícia completa no Diário de Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.

Mais de Diário de Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›