sexta-feira, 16 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› 3h PSD, Chega e CDS querem não residentes a pagar no SNS. Esquerda rejeita› 2h Habitação. Organizadores de protesto no Porto ordenam desmobilização› As "más notícias" sobre a economia portuguesa que lançam "perspetivas negras" sobre o país› Europa "vem cometendo" um "suicídio energético". Miguel Sousa Tavares explica como› O "dia histórico" da privatização da TAP: 5.ª Coluna com Miguel Sousa Tavares na íntegra› Sousa Tavares: "Enquanto contribuinte, para mim o dia de ontem foi histórico. Estou cansado de dar dinheiro à TAP"› A banda formada pelo filho e netos de Gilberto Gil vai estar em Portugal este fim de semana› Exclusivo TVI. Eis as três mentiras de Luís Neves› Cessar-fogo de Trump por um fio: Rússia e Ucrânia trocam ataques e Putin renova ameaças› Montenegro diz que compra conjunta "não é solução" para a crise energética› 3h PSD, Chega e CDS querem não residentes a pagar no SNS. Esquerda rejeita› 2h Habitação. Organizadores de protesto no Porto ordenam desmobilização› As "más notícias" sobre a economia portuguesa que lançam "perspetivas negras" sobre o país› Europa "vem cometendo" um "suicídio energético". Miguel Sousa Tavares explica como› O "dia histórico" da privatização da TAP: 5.ª Coluna com Miguel Sousa Tavares na íntegra› Sousa Tavares: "Enquanto contribuinte, para mim o dia de ontem foi histórico. Estou cansado de dar dinheiro à TAP"› A banda formada pelo filho e netos de Gilberto Gil vai estar em Portugal este fim de semana› Exclusivo TVI. Eis as três mentiras de Luís Neves› Cessar-fogo de Trump por um fio: Rússia e Ucrânia trocam ataques e Putin renova ameaças› Montenegro diz que compra conjunta "não é solução" para a crise energética
Últimas

Anjos e demónios?

Diário de Notícias ·

1.

Terminado o verão, ficou-me a esperança de que o outono nos trouxesse uma atualidade refrescada.

Enganei-me.

Continua em exibição, numa televisão perto de si, a mais longa, maçadora, repetitiva e enjoativa telenovela de que tenho memória: o Caso Luís Neves .

O argumento é confuso, mal construído e inverosímil, com agravante de ser acrescentado diariamente.

Os atores amadores não podiam ser piores.

O cenário oscila, sem arte, nem imaginação, entre um estúdio de televisão e os corredores de São Bento.

A realização, se existe, é um desastre! A estória gira à volta de um mote (e de um monte): “É uma vergonha!” Tudo é uma vergonha: transformar um tanque numa piscina; usar o desenrascanço nacional para fazer face à escassez de recursos de uma entidade pública; conduzir um veículo apreendido a um narcotraficante; cometer uma imprecisão ao referir o custo da destruição de bens apreendidos; etc.

Quem assim discorre, que palavra usará quando tiver que referir comportamentos verdadeiramente graves: um caso de pedofilia? Uma séria difamação? Um crime de incitamento ao ódio e à violência? Um crime de violência doméstica? Ou, mesmo, o furto de malas no aeroporto? A banalização do uso do termo “vergonha” tem como resultado que já ninguém tem vergonha de coisa nenhuma.

O que é uma pena porque na vida pública abundam os comportamentos cujos autores deveriam, efetivamente, ter vergonha.

2.

Pior ainda do que a utilização desmedida do termo “vergonha” é a utilização abusiva do termo “criminoso”.

Criminoso é aquele que cometeu um crime – comportamento previsto e punido pelo Código Penal – e foi por ele condenado por sentença transitada em julgado, isto é, insuscetível de recurso.

Criminosos não são aqueles de quem alguém não gosta, como os industânicos, que a extrema-direita doméstica abomina, por serem pobres e escuros; ou os norte-americanos votantes no Partido Democrático, por muito que Presidente do EUA lhes cole tal epíteto.

Ler a notícia completa no Diário de Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.

Mais de Diário de Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›