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PSI em baixa com CTT e EDP Renováveis a cair mais de 1,5%

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PSI em baixa com CTT e EDP Renováveis a cair mais de 1,5%

A bolsa de Lisboa estava hoje em baixa, com 13 'papéis' do PSI a desvalorizarem-se liderados pelos dos CTT e da EDP Renováveis, que desciam ambos 1,52% para 5,51 euros e para 12,35 euros, respetivamente.

Cerca das 09:30 em Lisboa, o PSI recuava 0,46% para 9.425,14 pontos, com 13 empresas a descer, duas a subir (Galp, 1,06% para 22,89 euros e Jerónimo Martins, 0,94% para 18,35 euros) e uma a manter a cotação (Sonae em 2,12 euros).

Às ações dos CTT e da EDP Renováveis seguiam-se as da NOS, Mota-Engil e BCP, que cediam 1,13% para 5,25 euros, 0,95% para 4,61 euros e 0,89% para 1,11 euros.

Mais moderadamente, a EDP, Navigator e Teixeira Duarte desciam 0,83% para 4,88 euros, 0,78% para 3,06 euros e 0,45% para 0,45 euros.

A Corticeira Amorim e a Ibersol recuavam 0,44% para 6,76 euros e 0,40% para 10,04 euros.

As outras duas empresas que se desvalorizavam eram a Altri (-0,34% para 4,34 euros) e a Semapa (-0,21% para 19,44 euros).

Na Europa, as principais bolsas abriram hoje em baixa, atentas aos protestos e distúrbios em França e focadas também nos resultados empresariais.

O euro estava em baixa face ao dólar, mas acima de 1,12 dólares, e desvalorizava-se 0,39% para 1,1211 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt, depois de cair até 1,115 na quarta-feira passada, após a publicação de um IPC nos EUA, maior do que o esperado.

Os futuros dos índices norte-americanos registam avanços de 0,31% para o Dow Jones e de 1,3% para o tecnológico Nasdaq, depois de terem terminado a perder 0,34% e 2,14% na passada sexta-feira.

Nesta semana nos Estados Unidos, serão publicados os resultados de grandes empresas como a Meta, Netflix ou Tesla.

Entretanto na Europa, e conforme explicam especialistas citados pela Efe, o mercado está atento à situação política e social em França, e à evolução dos seus mercados de ações e da dívida soberana.

Analistas da Link Securities explicam que os "graves distúrbios" registados durante o fim de semana nas principais cidades de França ocorrem "num momento delicado para o Governo, que tenta aprovar na Assembleia Nacional o projeto de Orçamento para 2027, com o objetivo de reduzir, embora de forma limitada, o défice público do país".

Neste contexto, os juros da dívida de França a 10 anos avançavam para 4,850%, contra 4,802% no final da sessão de sexta-feira.

No mercado da dívida, os juros da obrigação a 10 anos da Alemanha, considerada a mais segura da Europa, desciam para 3,409%, contra 3,424%, bem como os dos Estados Unidos, para 5,070%, contra 5,075%.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.noticiasaominuto.com — o conteúdo pertence a Notícias ao Minuto - Economia.

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