sexta-feira, 16 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› 4h Combustíveis. Governo espera regularizar apoios às empresas de autocarros› Moedas suspende utilização de trotinetes partilhadas em Lisboa› PODCAST | Crossfire› Sismo de magnitude 4 sentido no norte de Portugal› Manifestantes decidem voltar a passar a noite no local onde houve uma carga policial no Porto› PODCAST | 5.ª Coluna com Miguel Sousa Tavares› Crise na habitação: "A pergunta é porquê só agora os protestos, dada a situação dramática que se vive em Portugal"› "É um mar de gente": manifestantes continuam a juntar-se em força na Praça D. João I› Problema da habitação é "nacional" e "não vai ser resolvido tão cedo"› Encontrado pela GNR homem que raptou filha menor e provocou desacatos em Bragança› 4h Combustíveis. Governo espera regularizar apoios às empresas de autocarros› Moedas suspende utilização de trotinetes partilhadas em Lisboa› PODCAST | Crossfire› Sismo de magnitude 4 sentido no norte de Portugal› Manifestantes decidem voltar a passar a noite no local onde houve uma carga policial no Porto› PODCAST | 5.ª Coluna com Miguel Sousa Tavares› Crise na habitação: "A pergunta é porquê só agora os protestos, dada a situação dramática que se vive em Portugal"› "É um mar de gente": manifestantes continuam a juntar-se em força na Praça D. João I› Problema da habitação é "nacional" e "não vai ser resolvido tão cedo"› Encontrado pela GNR homem que raptou filha menor e provocou desacatos em Bragança
Últimas

Família não é sinónimo automático de proteção

Diário de Notícias ·

Certas palavras têm o condão de servir para tudo ou quase tudo.

A palavra Família é uma delas, pois serve para vender casas, seguros, automóveis com bagageiras generosas, programas políticos e uma determinada ideia de decência.

Serve também, pelos vistos, para decidir o que deve acontecer ao corpo de uma criança violada.

Num debate televisivo recente, uma mulher que se apresenta como conservadora e defensora da família afirmou ser contra o aborto em todas as circunstâncias.

Neste contexto “Todas” é uma palavra importante.

Existe uma diferença radical entre dizer “eu nunca faria um aborto” e dizer “tu nunca poderás fazê-lo”.

A primeira frase é uma convicção, a segunda é sobre exercer poder sobre terceiros.

Antes de avançarmos para os princípios, a moral, Deus, a família e todas as palavras grandes com que gostamos de organizar o sofrimento dos outros, talvez seja melhor parar e pensar um pouco.

Uma criança é violada.

Alguém entende que a resposta moralmente correta é obrigar essa criança a prosseguir com uma gravidez.

Em nome da família, esse espaço seguro? Pois, só que não.

Entre 2022 e 2025, a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima apoiou 13.039 crianças e jovens vítimas de crime e violência.

Foram registados 23.935 crimes e outras formas de violência contra eles.

A violência doméstica representou 61,7% desses casos e os crimes sexuais 31,8%.

Ler a notícia completa no Diário de Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.

Mais de Diário de Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›