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Equatoriana Ivonne A-Baki entra na corrida para suceder a Guterres à frente da ONU

Diário de Notícias ·
Equatoriana Ivonne A-Baki entra na corrida para suceder a Guterres à frente da ONU

Ivonne A-Baki, diplomata equatoriana, anunciou esta terça-feira, 18 de agosto, que está na corrida para suceder a António Guterres na liderança da ONU, depois de ter sido nomeada pelo Tonga, ao qual agradeceu por acreditar "numa visão de paz e renovação institucional".

"É com grande humildade e honra que anuncio a minha candidatura oficial ao cargo de Secretário-Geral das Nações Unidas" , indicou a ex-ministra do Comércio Exterior do Equador e antiga embaixadora do país em França, no Qatar e nos EUA, numa mensagem divulgada nas redes sociais.

Filha de pais libaneses, desempenhou "um papel fundamental na mediação do diálogo entre o Equador e o Peru após a breve guerra de fronteira de 1995", destaca a AFP.

Referindo que viveu "os horrores da guerra", Ivonne A-Baki diz ser a única candidata "cuja herança une a América Latina e o Médio Oriente", e a única nomeada que ajudou "a intermediar um acordo de paz entre dois Estados-membros soberanos da ONU".

"Estou pronta a contribuir para a renovação da promessa fundamental da Carta da ONU: salvar as gerações futuras do flagelo da guerra num mundo onde os conflitos continuam a crescer", assinala a candidata à liderança das Nações Unidas.

I am humbled and honored to announce that I am now an official candidate for the Office of Secretary-General of the United Nations.

My formal nomination was submitted to the UN General Assembly by the Kingdom of Tonga, and I wish to express my deep, heartfelt gratitude to His… — Ivonne A Baki (@ivonnebaki) August 18, 2026 Assegura que está preparada "para trazer perspetivas externas, ideias inovadoras, novos talentos e um compromisso inabalável para mudar o foco da ONU, deixando de priorizar os processos e caminhando para a obtenção de resultados reais e mensuráveis ​​para os 193 Estados-membros e os oito mil milhões de pessoas que a organização serve".

"Espero empenhar-me com os Estados-membros para conquistar o seu apoio, participar em diálogos com a Assembleia Geral e o Conselho de Segurança e trabalhar em conjunto para construir uma ONU que beneficie todos", destaca a equatoriana que pretende suceder ao antigo primeiro-ministro português, que irá terminar o seu segundo mandato de cinco anos à frente da ONU a 31 de dezembro deste ano.

Além de A-Baki, a antiga presidente chilena Michelle Bachelet, o diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), Rafael Mariano Grossi, a ex-vice-presidente da Costa Rica Rebeca Grynspan, o ex-presidente senegalês Macky Sall, a antiga ministra dos Negócios Estrangeiros do Equador María Espinosa Garcés, a diplomata da Guiana Carolyn Rodrigues Birkett e o diplomata ugandês Olara Otunnu.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.

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