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Chega mantém em aberto moção de censura ao Governo

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Chega mantém em aberto moção de censura ao Governo

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Conferência de imprensa da Rádio Observador. Passamos em revista os destaques da imprensa nacional e internacional. Eu sou a Teresa Freitas, a edição de hoje é com a jornalista Rita Lourenço. Bom dia, Rita.

Hoje começamos com o jornal Público, que destaca a crise política em torno do Ministro da Administração Interna.

No destaque fotográfico do jornal Público, que mostra Luís Neves na visita desta terça-feira à Madeira, pode ler-se: "Neves garante que não sai. Chega mantém em aberto moção de censura". O Ministro da Administração Interna falou ontem ao país e acredita ter condições para se manter no governo. Luís Montenegro continua, no entanto, sem se pronunciar sobre o assunto.

E, Rita, o Público reforça que no prometido discurso por parte de Luís Neves, o ministro apontou diretamente ao líder do Chega e avisou que não se deixa intimidar.

Estas palavras mereceram uma reação de André Ventura, mas não uma decisão final sobre a apresentação de uma moção de censura ao governo, algo que o líder do Chega tinha remetido para ontem. Ventura, em declarações à RTP, afirmou ainda não ter a decisão fechada e refere que provavelmente falará hoje sobre o tema. O jornal Público avança ainda que os esclarecimentos de Luís Neves também não tranquilizaram nem a Iniciativa Liberal nem o Bloco de Esquerda, com Mariana Leitão a ir mais longe e pedir mesmo a demissão do ministro.

Olhamos agora para o Correio da Manhã. Faz manchete com os juros da dívida pública.

Que de acordo com o artigo exclusivo do CM, vão custar ao Estado mais de € 2 milhões por dia em 2027. O governo prevê gastar mais € 776 milhões com os encargos da dívida pública no Orçamento do Estado para o próximo ano. São os números avançados pelo quadro de políticas públicas invariantes, enviado ao Parlamento pelo Ministério das Finanças em antecipação à apresentação do Orçamento do Estado para o próximo ano. Isto de acordo com o jornal Negócios. Caso se confirme o aumento, 2027 será o sexto ano consecutivo de subida da despesa pública desde a pandemia de Covid-19. Em causa está a pressão financeira que tem afetado os mercados internacionais. No mesmo documento enviado ao Parlamento, o governo indica que as medidas já adotadas vão pesar cerca de 4,8 mil milhões de euros no Orçamento do Estado, sem contar com as medidas que ainda podem ser acrescentadas.

Tempo ainda para irmos ao Diário de Notícias, que faz um retrato dos incendiários.

O DN destaca que a maioria das pessoas que provoca incêndios não é pirômana nem tem outras doenças psiquiátricas. Numa altura em que ainda se mantêm os alertas para o risco de incêndio no país, volta a surgir a ideia de que a doença psiquiátrica está associada a quem comete este tipo de crime. O retrato do DN refere, porém, que a verdade é que a maior parte dos fogos é provocada por negligência, sentimentos de vingança ou mesmo por questões económicas.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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