Renan Santos afirma que teve “prejuízo gigantesco” após decisão de Toffoli
O candidato à Presidência da República, Renan Santos (Missão), afirmou que teve um “prejuízo gigantesco” após ter parte da sua campanha eleitoral restringida pelo ministro Dias Toffoli , do Supremo Tribunal Federal ( STF ) e do Tribunal Superior Eleitoral ( TSE ).
Renan teve os perfis nas redes sociais derrubados após uma suposta omissão no seu registro de candidatura , conforme decisão divulgada na segunda-feira (31/8).
A declaração foi feita pelo candidato durante coletiva de imprensa, na tarde desta terça-feira (1°/9), na zona sul de São Paulo .
Segundo Renan, ele precisou cancelar entrevistas com pelo menos sete veículos e teve “a voz retirada” por Toffoli.
“Ele, que tem contatos e amigos, e conhece bem o funcionamento das eleições, sabe a diferença que isso faz.
Ainda mais numa candidatura que não tem televisão.
O dano que ele gerou, se ele for conseguir protelar isso por mais um, dois, três dias, é quase mortal”, disse ele sobre a decisão.
Ainda durante a coletiva de imprensa do candidato, o ministro Dias Toffoli anunciou a revogação de sua restrição .
Toffoli determinou que as plataformas restabeleçam, em até duas horas, os perfis cadastrados pela campanha e liberou os repasses do Fundo Eleitoral e a participação de Renan em debates.
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Renan afirmou que vai trabalhar para impichar os ministros do STF, “que são ilegítimos”, caso saia vencedor nas Eleições.
“Eu sempre havia dito para a imprensa, em todas as minhas sabatinas, que meu foco no meu primeiro dia de eleição era enfrentar o CV, o PCC e passar uma agenda fiscal.
Não é mais.
Para você fazer qualquer coisa que mude a institucionalidade brasileira, vai precisar começar através do impeachment e da queda desses ministros do STF”, disparou Renan Santos.
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