terça-feira, 1 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Como ficam as aplicações do mercado após fechamento dos negócios em agosto Leandro Vilain vai suceder Isaac Sidney na presidência da Febraban Orçamento de 2027 prevê superávit de R$ 18,6 bi e mínimo de R$ 1.741 Paranapanema registra prejuízo líquido ajustado de R$ 63,8 milhões no segundo trimestre Ações da Casas Bahia disparam 65% e voltam a preço pré-recuperação Lupatech registra Ebitda ajustado negativo de R$ 1,6 milhão no segundo trimestre PIB do 2º trimestre vai confirmar desaceleração econômica do Brasil Comissão adia para amanhã análise sobre MP da taxa das blusinhas Dólar recua a R$ 5,18, mas fecha agosto em alta; Ibovespa avança 'Rei do ovo': quem é o empresário que está no top 10 dos mais ricos do país Como ficam as aplicações do mercado após fechamento dos negócios em agosto Leandro Vilain vai suceder Isaac Sidney na presidência da Febraban Orçamento de 2027 prevê superávit de R$ 18,6 bi e mínimo de R$ 1.741 Paranapanema registra prejuízo líquido ajustado de R$ 63,8 milhões no segundo trimestre Ações da Casas Bahia disparam 65% e voltam a preço pré-recuperação Lupatech registra Ebitda ajustado negativo de R$ 1,6 milhão no segundo trimestre PIB do 2º trimestre vai confirmar desaceleração econômica do Brasil Comissão adia para amanhã análise sobre MP da taxa das blusinhas Dólar recua a R$ 5,18, mas fecha agosto em alta; Ibovespa avança 'Rei do ovo': quem é o empresário que está no top 10 dos mais ricos do país
Últimas

Presidenciáveis criticam emendas do Congresso, mas não detalham como mudar repasses

Folha de S.Paulo ·
Presidenciáveis criticam emendas do Congresso, mas não detalham como mudar repasses

Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

A maioria dos principais candidatos à Presidência em 2026 tem convergido ao defender, durante a campanha eleitoral, a necessidade de uma reforma no sistema de emendas parlamentares. Parte deles acusa o Congresso Nacional de "sequestrar" o orçamento público e se posiciona a favor de dar mais transparência aos recursos, mas sem detalhar como isso seria feito.

O presidente Lula (PT), os ex-governadores Ronaldo Caiado ( PSD ), de Goiás, e Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, e Renan Santos (Missão) têm questionado em discursos o poder de senadores e deputados sobre essas verbas e apontado que o chefe do Executivo perdeu protagonismo sobre o montante.

Em geral, os programas dos presidenciáveis, porém, apresentam propostas genéricas e não destrincham medidas objetivas que poderiam ser implementadas em um eventual governo para mudar o que criticam no atual modelo de distribuição das emendas.

Criadas pela Constituição, as emendas são um instrumento que permite que congressistas enviem dinheiro para suas bases para bancar obras e investimentos de seu interesse e, com isso, ampliem o capital político.

O Orçamento deste ano prevê cerca de R$ 61 bilhões em recursos do tipo, dos quais R$ 37,8 bilhões são emendas impositivas —quando o Executivo é obrigado a pagar. Na prática, os recursos viram moeda de troca entre a Presidência e o Congresso para angariar apoio aos interesses de cada Poder.

Lula, que tem a intenção de retomar o controle de ao menos parte dessa verba em um quarto mandato, prometeu durante o ato que oficializou sua candidatura que, se for reeleito, "vai ter briga com emenda parlamentar" e "com o papel que hoje tem o Legislativo".

O petista afirmou que não pode permitir que o presidente da República perca prerrogativas. Ele mencionou como exemplo a indicação de nomes para a diretoria de agências reguladoras e para o STF (Supremo Tribunal Federal), que precisam ser aprovados pelo Senado e também se tornam alvo de negociação.

Neste ano, a rejeição do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a Suprema Corte representou uma derrota histórica para Lula, que só nas últimas semanas se reaproximou do chefe da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), após meses de relação estremecida.

O PT reproduziu em seu plano de governo a posição de Lula e defendeu uma revisão do atual modelo, mas se limitou a dizer que o tema das emendas precisa ser debatido com a sociedade. Segundo o partido, as emendas impositivas "sequestram o orçamento público, dispersam os recursos e reduzem a eficiência alocativa".

Apesar das críticas, Lula recorreu à liberação de emendas em diversos momentos desde que voltou à Presidência, em 2023, para tentar aprovar projetos prioritários da gestão. Foram pagos quase R$ 32,5 bilhões em emendas de janeiro a junho de 2026.

Ler a notícia completa no Folha de S.Paulo ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folha.uol.com.br — o conteúdo pertence a Folha de S.Paulo.

Mais de Folha de S.Paulo

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›