Raquel Lyra: Quem me associa a gabinete do ódio terá que provar na Justiça
Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Governadora de Pernambuco e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD) afirmou que quem a associa a um suposto "gabinete do ódio" terá de provar as acusações na Justiça, em sabatina do UOL/Folha , no Canal UOL, comandada pela apresentadora Fabíola Cidral e pelos entrevistadores João Pedro Pitombo, da Folha de S.Paulo , e Thais Bilenky, do UOL .
Questionada sobre uma investigação da Polícia Federal sobre o tema, Lyra afirmou que sua campanha levou denúncias à Justiça Eleitoral e a outros órgãos, apontando o que chama de rede de desinformação no estado. A governadora disse que joga "dentro das quatro linhas".
Quem fala que tem gabinete do ódio precisa justificar exatamente como é que funciona uma rede de mais de 500 robôs que a gente detectou e fez uma linha de corte porque não dava para esperar por mil, dois mil. Como a gente identifica que existem muito mais propagando fake news. Eu jogo dentro das quatro linhas. Eu tenho feito muitas interpelações judiciais para que esclareça exatamente sobre quem está falando. Raquel Lyra
Lyra afirmou que sua equipe jurídica reuniu material para apresentar as denúncias formais e citou o envio de documentos à Justiça Eleitoral. Ela também afirmou que busca responsabilização de quem espalha mentiras durante a campanha, segundo ela.
A nossa campanha começou a denunciar na Justiça Eleitoral, de uma forma sistemática, busca de inverdades, divulgação de fake news e propagação do mal em Pernambuco. A gente conseguiu entregar mais de 40 PFIs com conteúdos muito semelhantes. Raquel Lyra
Questionada se negava a existência de um "gabinete do ódio" no seu governo, Lyra evitou responder com um "sim" ou "não", repetiu que cabe a quem acusa apresentar provas e citou acusações que considera graves.
Quem estiver falando sobre isso que comprove. Estão dizendo que eu sou chefe de milícia. Raquel Lyra
Ao falar sobre limites na campanha digital, Lyra disse que não lidera disseminação de notícias falsas e que eventuais excessos devem ser apurados. Ela disse que denunciou o que considera ter passado "das quatro linhas" a órgãos como Polícia Federal e Ministério Público.
Quem tiver passado o limite vai responder sobre isso. Eu que não vou proclamar nem liderar qualquer tipo de disseminação de notícia falsa. Tudo o que eu entendo que ultrapassa as quatro linhas, nós denunciamos à Justiça Eleitoral, à Polícia Federal, ao Ministério Público e está sendo apurado. Raquel Lyra
O candidata do PSD afirmou que a disputa em Pernambuco envolve, na visão dela, formas diferentes de fazer política e disse que ataques pessoais também precisam ser investigados.
Imputaram a minha responsabilidade pela morte do meu marido. Tem alguma coisa mais cruel do que isso? Isso precisa ser apurado. Agora, não nivelar por baixo. Não nivelar por baixo, eu sempre disse. Raquel Lyra
Na sabatina UOL/Folha , Raquel Lyra também falou sobre a disputa presidencial e evitou declarar apoio ao candidato do seu partido, Ronaldo Caiado (PSD), ou ao presidente Lula (PT). "Eu sou pernambuquista.
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