Review: The Blood of Dawnwalker transforma 30 dias em uma história única
Eu entrei em The Blood of Dawnwalker imaginando que encontraria um bom RPG de fantasia sombria sustentado principalmente pela ideia de jogar como alguém dividido entre humano e vampiro.
O que acabou me conquistando foi outra coisa.
O jogo entende que liberdade não é ter centenas de tarefas no mapa, mas precisar escolher quais delas realmente importam.
Coen vive em Vale Sangora, uma região medieval dominada pelo vampiro Brencis.
Depois de ter sua família capturada e ser transformado em um Dawnwalker — humano durante o dia e vampiro à noite — ele recebe apenas 30 dias para salvá-la .
Esse limite parecia sufocante no começo.
Depois percebi que ele funciona justamente porque o tempo não desaparece enquanto exploro.
São determinadas atividades e decisões que consomem partes do dia.
Em vez de me obrigar a correr, o sistema começou a me fazer pensar.
O relógio é a melhor mecânica do jogo É possível seguir missões, restaurar santuários, procurar aliados, melhorar Coen ou simplesmente decidir que já chegou a hora de enfrentar Brencis.
Não existe uma sequência rígida segurando minha mão até o confronto final.
Cada compromisso custa alguma coisa , e isso torna as escolhas interessantes.
O mais importante é que The Blood of Dawnwalker não exige que eu veja tudo.
Algumas histórias podem ficar para trás.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folhavitoria.com.br — o conteúdo pertence a Folha Vitória.