sexta-feira, 4 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Trump volta a discutir possibilidade de fim da guerra contra Irã, afirma jornal China se retira da principal bienal da Ásia em protesto contra ‘Pavilhão de Taiwan’ Putin afirma que ‘há perspectivas’ de acordo de paz com Ucrânia Governo Trump exige que todos países ‘suspendam imediatamente’ relações comerciais com Irã EUA e Equador afundam embarcação suspeita de narcotráfico no Pacífico Número de mortos por inundações no Himalaia se aproxima de 1,3 mil Mansões, carros de luxo, viagens: a vida de Eduardo Bolsonaro e Figueiredo nos EUA Irã ataca bases norte-americanas no Kuwait e Emirados Árabes Unidos PGR defende arquivamento de depoimento sobre suposta ameaça a Vorcaro Guiné-Bissau aprova nova Constituição que amplia poderes presidenciais; oposição denuncia ‘continuidade de golpe’ Trump volta a discutir possibilidade de fim da guerra contra Irã, afirma jornal China se retira da principal bienal da Ásia em protesto contra ‘Pavilhão de Taiwan’ Putin afirma que ‘há perspectivas’ de acordo de paz com Ucrânia Governo Trump exige que todos países ‘suspendam imediatamente’ relações comerciais com Irã EUA e Equador afundam embarcação suspeita de narcotráfico no Pacífico Número de mortos por inundações no Himalaia se aproxima de 1,3 mil Mansões, carros de luxo, viagens: a vida de Eduardo Bolsonaro e Figueiredo nos EUA Irã ataca bases norte-americanas no Kuwait e Emirados Árabes Unidos PGR defende arquivamento de depoimento sobre suposta ameaça a Vorcaro Guiné-Bissau aprova nova Constituição que amplia poderes presidenciais; oposição denuncia ‘continuidade de golpe’
Últimas

O desastre invisível que matou 1,7 mil pessoas enquanto elas dormiam

G1 ·
O desastre invisível que matou 1,7 mil pessoas enquanto elas dormiam

Deslizamento em mina de ouro na África mata mais de 100 pessoas Há 40 anos, uma nuvem letal de dióxido de carbono asfixiou vilarejos no entorno do lago Nyos em Camarões.

Quatro décadas depois, sobreviventes ainda temem voltar à região.

"O desastre do lago Nyos pegou todo mundo de surpresa.

Não tivemos nenhum sinal de alerta antes que ele acontecesse", afirma o geólogo Isaac Konfor Njilah, chefe de um laboratório do Departamento de Ciências da Terra da Universidade de Yaoundé, na capital dos Camarões.

Na noite de 21 de agosto de 1986, o lago Nyos liberou repentinamente uma enorme nuvem de dióxido de carbono que se espalhou pelos vales e povoados próximos.

O gás substituiu o oxigênio, asfixiando pessoas e animais enquanto dormiam.

Localizado no noroeste dos Camarões, cerca de 315 quilômetros a noroeste de Yaoundé, o lago Nyos fica dentro de uma antiga cratera vulcânica no campo de Oku.

Na época do incidente, a população da área ultrapassava 3 mil pessoas, e muitas famílias dependiam da agricultura e da pecuária.

O desastre causou a morte de cerca de 1,7 mil pessoas e aproximadamente 3,5 mil cabeças de gado, tornando-se uma das catástrofes naturais mais letais da história dos Camarões.

Como o lago se tornou mortal? Após o desastre, cientistas dos Camarões e de outros países iniciaram extensas investigações para determinar o que havia acontecido.

Eles concluíram que o dióxido de carbono proveniente das profundezas da Terra vinha se acumulando no fundo do lago havia anos, preso sob mais de 200 metros de água.

Antes da tragédia, as camadas superiores do lago continham água rica em oxigênio, enquanto as camadas mais profundas estavam saturadas de dióxido de carbono dissolvido.

Njilah explica que a água tem uma capacidade praticamente ilimitada de absorver esse gás.

LEIA TAMBÉM VÍDEO mostra deslizamento de terra que matou dezenas em mina de ouro na República Centro-Africana Número de mortos em acidente com balsa superlotada no Zimbábue sobe para 80 Naufrágio de navio em rio da Nigéria deixa mais de 50 mortos "Assim, quando o dióxido de carbono sobe do manto terrestre, ele continua sendo dissolvido no lago", diz o geólogo à DW.

Ler a notícia completa no G1 ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.

Mais de G1

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›