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Ibovespa Futuro ronda estabilidade com temores de inflação e PIB no radar

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Ibovespa Futuro ronda estabilidade com temores de inflação e PIB no radar

O Ibovespa Futuro opera perto da estabilidade nesta terça-feira (1º), com investidores repercutindo a divulgação do PIB brasileiro, as projeções do Orçamento de 2027 e a retomada das negociações comerciais entre Brasil e Estados Unidos sobre tarifas.

Às 9h12 (horário de Brasília), o contrato com vencimento em outubro avançava 0,06%, aos 180.140 pontos.

Acesse a lista de 12 ações de empresas que podem liderar os próximos ciclos do mercado O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro teve alta de 0,5% no segundo trimestre de 2026 (2T26) ante o trimestre imediatamente anterior.

Os mercados se preparam para novas altas de juros no exterior diante dos novos combates no Oriente Médio.

Os rendimentos dos títulos globais atingiram novas máximas nesta terça-feira depois que a retomada dos ataques entre Estados Unidos e Irã impulsionou os preços do petróleo, provocando temores quanto à inflação.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou novos ataques contra o Irã após a primeira troca de ataques diretos em um mês, levando os futuros do petróleo Brent a ultrapassar US$91 por barril e provocando uma onda de vendas de títulos.

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Dólar, exterior e commodities O dólar futuro operava com baixa de 0,31%, aos R$ 5,172.

Na Ásia, os mercados acionários fecharam sem direção única nesta terça.

No Japão, o Nikkei 225 recuou 0,15%, enquanto o Kospi, principal índice da Coreia do Sul, avançou 0,23%.

Na Austrália, o S&P/ASX 200 caiu 0,10%, e, na China continental, o CSI 300 fechou em baixa de 0,30%.

O rendimento do título do governo japonês de 10 anos subiu 6 pontos-base e chegou a 3%, maior nível desde setembro de 1996, antes de recuar ligeiramente.

A alta ocorre em meio às expectativas de uma política monetária mais apertada no Japão e à pressão sobre o Banco do Japão (BoJ) para acelerar o ritmo de alta dos juros.

Os preços do petróleo operam em alta, com a retomada dos confrontos entre os EUA e o Irã no Oriente Médio, renovando os temores de interrupções no fornecimento da principal região produtora mundial de petróleo bruto.

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