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18 bilhões de dados expostos em 2026: como pesquisadores rastreiam informações usadas por criminosos

G1 ·
18 bilhões de dados expostos em 2026: como pesquisadores rastreiam informações usadas por criminosos

Fantástico investiga mercado de logins 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Um projeto de monitoramento de dados vazados da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) identificou 18 bilhões de dados expostos somente em 2026.

Entre as informações encontradas estão logins, senhas, e-mails e CPFs.

Os pesquisadores acompanham a circulação desses dados na internet e também monitoram grupos e comunidades onde criminosos negociam informações obtidas ilegalmente e oferecem acessos a sistemas.

“É uma volumetria muito fora do padrão quando a gente fala de dados sensíveis expostos.

Esses 18 bilhões são dados diversos e geralmente esses bancos de dados têm ali logins, senhas, e-mails, CPFs”, afirmou o pesquisador Allan Costa, da Universidade Federal Rural da Amazônia.

São dados diversos encontrados pelo sistema de monitoramento.

LEIA TAMBÉM: Mercado clandestino invade sistemas públicos, adultera processos, apaga multas e até altera mandados de prisão Bandidos vendem acessos a sistemas públicos do Brasil.

Reprodução/TV Globo/Fantástico Pesquisadores acompanham venda de dados O trabalho da equipe não se limita a identificar bancos de dados expostos.

Os pesquisadores também acompanham o momento em que criminosos colocam informações à venda.

É nessa etapa que os envolvidos podem deixar rastros que ajudam nas investigações.

A equipe analisa as informações para encontrar relações entre diferentes comunidades e grupos de usuários.

“Com esses dados nas mãos, a gente consegue fazer uma outra análise a fim de encontrar outro tipo de correlação com outra comunidade, com outros grupos de usuários criminosos e assim a gente consegue mapear esse tipo de comportamento”, explicou o pesquisador.

As informações obtidas no monitoramento podem ajudar a polícia a identificar suspeitos e estabelecer conexões entre diferentes grupos.

Segundo os investigadores, esse trabalho também pode subsidiar pedidos de medidas cautelares à Justiça.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.

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