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Diretora de escola é investigada por obrigar aluno a beber a própria urina em MG

G1 ·
Diretora de escola é investigada por obrigar aluno a beber a própria urina em MG

Diretora é afastada após denúncia de que teria forçado criança a beber urina em Caxambu A Polícia Civil investiga um caso de violência contra uma criança em Caxambu (MG) após uma diretora da Escola Municipal Padre Correia de Almeida ser acusada de obrigar um aluno de 10 anos a beber a própria urina como forma de castigo.

O episódio teria acontecido no dia 13 de agosto. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram Segundo informações que constam em um relatório elaborado pelo Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), o caso começou depois que o menino urinou em uma garrafa dentro da escola e ofereceu a urina a uma colega.

Escola Municipal Padre Correia de Almeida, em Caxambu (MG) Redes sociais Uma professora teria percebido a situação, impedido que a outra criança consumisse a urina e levado o menino até a direção da escola para que o comportamento fosse comunicado e as providências fossem tomadas.

Ainda conforme o relatório, durante a conversa na sala da direção, a diretora teria se exaltado, xingado o aluno e batido na mesa.

Na sequência, ela teria obrigado a criança a beber a própria urina como forma de punição.

O documento aponta que o menino teria sido obrigado a ingerir a urina duas vezes.

Duas servidoras da escola teriam presenciado a cena.

Conselho Tutelar foi acionado Após o episódio, a diretora teria acionado o Conselho Tutelar.

No entanto, segundo o relatório do CREAS, ao comunicar o caso ao órgão, ela teria relatado apenas o comportamento apresentado pelo aluno na escola e não teria informado sobre o castigo imposto à criança.

O caso só teria chegado ao conhecimento da Secretaria Municipal de Educação depois que uma denúncia anônima foi registrada.

A partir da denúncia, a pasta acionou os órgãos que integram a rede de proteção e o caso passou a ser acompanhado.

A situação também foi encaminhada para investigação da Polícia Civil, que deverá apurar as circunstâncias do episódio, ouvir as pessoas que presenciaram a situação e verificar eventuais responsabilidades.

Servidores foram afastados Em nota, a Prefeitura de Caxambu informou que, assim que tomou conhecimento dos fatos ocorridos na Escola Municipal Padre Correia de Almeida, adotou as providências necessárias para resguardar todos os envolvidos.

Segundo o município, os supostos envolvidos foram imediatamente afastados de suas funções e foi instaurado um processo administrativo para analisar e apurar os fatos.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.

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