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Uma IA não pensa como você: pense diferente, assuma o seu futuro

Folha Vitória ·
Uma IA não pensa como você: pense diferente, assuma o seu futuro

A Inteligência Artificial (IA) emerge não como uma ameaça distópica, mas como uma ferramenta estratégica capaz de redefinir o futuro do trabalho e a capacidade competitiva das organizações.

Contudo, a adoção dessa tecnologia, como qualquer inovação disruptiva, segue um padrão que muitos gestores, gerentes de RH e profissionais ainda não compreendem plenamente: a Curva J.

O que é a Curva J e como ela se aplica à IA? A Curva J é um conceito amplamente utilizado na economia que, em síntese, explica que a desvalorização da moeda tende a provocar um agravamento inicial no ambiente econômico, seguido de posterior melhora.

No campo da tecnologia, o termo também pode ser aplicado para ilustrar a trajetória de queda inicial no desempenho, na produtividade (e até mesmo na massiva demissão de pessoas) antes que os benefícios de uma nova iniciativa ou inovação se tornem plenamente evidentes.

Para o gestor estratégico, compreender a Curva J é fundamental.

Não se trata de um fracasso, mas de uma fase de investimento em conhecimento, infraestrutura e, principalmente, na capacitação para interagir com a máquina.

A introdução da IA, portanto, deve ser gradual, começando por tarefas de menor complexidade e alto volume, nas quais o potencial de otimização é mais evidente e os riscos de disrupção são mitigados.

IA: Complemento da inteligência humana e otimização de tarefas Estamos vivendo uma verdadeira curva jota e o momento é de oportunidades.

A premissa de que “um robô não pensa como você” é a chave para uma integração bem-sucedida.

Isso porque IA não veio para substituir a inteligência humana, mas para complementá-la, liberando o capital intelectual para atividades de maior valor agregado, que exigem criatividade, pensamento crítico e inteligência emocional, atributos intrinsecamente humanos.

Ao delegar à IA tarefas repetitivas, baseadas em regras e com grande volume de dados, como a triagem de e-mails, a organização de agendas ou a contagem de dados em documentos, o gestor não apenas otimiza o tempo de sua equipe, mas também eleva a qualidade e a consistência dos resultados.

Exemplos práticos e o futuro do trabalho com IA Nessa perspectiva relatório “Barômetro de Empregos de Inteligência Artificial 2025” da PwC destaca que setores com alta exposição à IA apresentam um crescimento de receita por trabalhador três vezes maior.

Alguns exemplos práticos para gestores incluem: – Atendimento ao Cliente: Chatbots para dúvidas frequentes, liberando equipes para interações complexas. – Recursos Humanos: Triagem de currículos e análise de desempenho. – Marketing e Vendas: Personalização de campanhas e automação de comunicação Nesse processo, muitos empregos deixarão de existir e as demissões em massa serão inevitáveis.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folhavitoria.com.br — o conteúdo pertence a Folha Vitória.

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