Olho seco e vista cansada? Veja o que seu corpo pode estar dizendo
O ardor da noite, a vista cansada e as mosquinhas que atravessam a sua visão têm explicação, e nenhuma delas é a luz azul do celular.
Uma farmacêutica há 30 anos explica o que a ciência mostra sobre tela, filtro de luz azul, olho seco e corpo vítreo.
Onze da noite, o olho ardendo, a vista embaçada, aquela sensação de areia por baixo da pálpebra depois de 10 horas entre computador e celular.
E a pergunta que muita gente já fez em silêncio: “será que estou ficando cego de tanto olhar para tela?” Não está.
E eu vou te mostrar isso com ciência daqui a pouco.
Mas antes deixo claro onde eu me coloco.
Ir ao oftalmologista uma vez por ano é indispensável.
É ele quem mede o seu grau, examina o fundo do olho, enxerga o que você não sente e trata o que precisa ser tratado.
Nada aqui substitui uma única consulta.
O que eu quero acrescentar é outra coisa: medir o grau uma vez por ano é uma parte do cuidado, não o cuidado inteiro.
O grau é a lente.
Existe muito olho atrás dessa lente, e ele depende de outras coisas.
Esta coluna é sobre o que você sente: o ardor, a vista cansada, as mosquinhas que atravessam o seu campo de visão.
Na próxima, eu falo do que você não sente, que é onde mora o risco de verdade.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folhavitoria.com.br — o conteúdo pertence a Folha Vitória.