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‘Panelas’ e ‘hype’ com violência: 6 adolescentes são apreendidos após morte de menina transmitida ao vivo

G1 Mato Grosso do Sul ·
‘Panelas’ e ‘hype’ com violência: 6 adolescentes são apreendidos após morte de menina transmitida ao vivo

Mãe de menina induzida ao suicídio faz alerta às famílias Seis adolescentes foram apreendidos nesta terça-feira (15) na segunda fase da Operação Lívia, investigação que apura a morte de uma menina de 13 anos, em julho de 2026, após uma transmissão ao vivo no Discor.

Segundo a Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, os adolescentes faziam parte de grupos virtuais de violência e extremismo, conhecidos como “panelas”, e tiveram participação no caso. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp A operação foi realizada pela Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca-MS), com apoio da investigação cibernética e do CyberLab.

Foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão contra alvos que têm entre 14 e 17 anos.

Os adolescente foram apreendidos em: Rio de Janeiro; São Paulo; Bahia; Rio Grande do Sul; Distrito Federal. 🔎O Discord é uma plataforma de comunicação bastante utilizada por jogadores de games online e também por adolescentes.

A empresa tem sido alvo de críticas e investigações relacionadas a falhas na moderação de conteúdo e na verificação da idade dos usuários. 🔎🔎Hype é uma expressão usada nas redes sociais para descrever algo que ganha muita atenção, repercussão ou popularidade em pouco tempo.

Conforme a delegada Anne Karine Sanches Trevizan, da Depca, a segunda fase é resultado da análise dos celulares e outros materiais apreendidos na primeira etapa da investigação.

A partir desse conteúdo, os policiais conseguiram identificar outras pessoas que participavam dos grupos nas redes sociais, chamados de “panela”, no momento da morte da adolescente.

“Continuamos as investigações para saber todas as pessoas que estavam participando dessa panela e que tiveram relação com o homicídio da Lívia”, explicou a delegada.

Grupos tinham hierarquia e disputavam por atos violentos Operação Lívia: 2ª fase mira 6 adolescentes após morte de menina de Naviraí Divulgação Depca Segundo a polícia, essas comunidades funcionavam como grupos organizados dentro de plataformas digitais.

Havia pessoas responsáveis pela administração, outras que ajudavam a atrair novos integrantes e participantes que acompanhavam ou incentivavam os chamados “eventos”.

A investigação aponta que a lógica dos grupos era baseada em uma espécie de disputa por fama.

Quanto mais extremo era o conteúdo produzido por uma “panela”, maior seria o reconhecimento entre os integrantes.

“Eles ficam brigando entre si para ver quem é a panela mais forte, quem consegue trazer mais pessoas para o evento, quem consegue trazer mais vítimas, mais agressividade”, afirmou Anne Karine.

A delegada explica que a morte de Lívia teria representado, dentro dessa lógica, o ponto máximo de violência buscado pelo grupo investigado.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mato Grosso do Sul.

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