segunda-feira, 31 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
No topo dos tepuis: expedição científica inicia coletas na Serra do Aracá Cláudio Tormena é nomeado para o Conselho Superior da FAPESP Estudo com jovens brasileiros mostra que ferramenta genética ajuda a antecipar gravidade da depressão Pesquisa propõe alternativa mais segura para reposição hormonal na menopausa UFSCar de Sorocaba contrata três professores assistentes Soluções Baseadas na Natureza na Prática Festa Tem Peixe na Vila Brasil diz aos EUA que tarifaço é ‘injusto e discriminatório’ em nova reunião Tribunal do RS rejeita denúncia contra Luciana Genro por suposta discriminação contra judeus ‘Deixar para trás guerra sem fim’: Modi, Xi e Putin defendem ordem multipolar em cúpula No topo dos tepuis: expedição científica inicia coletas na Serra do Aracá Cláudio Tormena é nomeado para o Conselho Superior da FAPESP Estudo com jovens brasileiros mostra que ferramenta genética ajuda a antecipar gravidade da depressão Pesquisa propõe alternativa mais segura para reposição hormonal na menopausa UFSCar de Sorocaba contrata três professores assistentes Soluções Baseadas na Natureza na Prática Festa Tem Peixe na Vila Brasil diz aos EUA que tarifaço é ‘injusto e discriminatório’ em nova reunião Tribunal do RS rejeita denúncia contra Luciana Genro por suposta discriminação contra judeus ‘Deixar para trás guerra sem fim’: Modi, Xi e Putin defendem ordem multipolar em cúpula
Economia

Milho atinge máxima de 18 meses em Chicago em meio a preocupações com produtividade nos EUA

Money Times ·

Os futuros do milho em Chicago atingiram uma máxima de 18 meses nesta quinta-feira (20), à medida que uma visita de campo do setor destacou perspectivas mistas de rendimento em todo o Meio-Oeste dos Estados Unidos.

A soja subiu, mas recuou posteriormente no decorrer do pregão, à medida que os resultados da visita de campo da Pro Farmer no Meio-Oeste dos EUA alimentaram dúvidas sobre os rendimentos da soja em um momento de forte demanda pela oleaginosa.

O trigo ampliou os ganhos, já que a restrição às exportações da Rússia e da Ucrânia alimentou as expectativas de que os importadores terão que recorrer a origens alternativas mais caras.

O contrato de milho mais negociado na bolsa de Chicago (CBOT) fechou com alta de 5,5 centavos, a US$5,035 por bushel, ultrapassando o limiar psicológico de US$5 e atingindo seu ponto mais alto desde fevereiro de 2025.

A soja da CBOT caiu 0,75 de centavo, para US$12,365 por bushel.

“A excursão às plantações está mostrando que a safra de milho não é tão grande quanto o esperado e que o potencial de rendimento está diminuindo”, disse Dan Basse, presidente da AgResource.

Os operadores estão acompanhando de perto os relatórios da visita de campo da Pro Farmer, após o Departamento de Agricultura dos EUA ter reduzido suas previsões de rendimento do milho e da soja na semana passada.

O potencial de rendimento do milho e a contagem de vagens de soja em todo o oeste de Iowa estão abaixo do ano passado, mas permanecem próximos ou acima das médias de três anos, informaram os pesquisadores da Pro Farmer na quarta-feira.

No terceiro dia de um evento de quatro dias que abrange sete Estados, os pesquisadores da Pro Farmer projetaram que o rendimento médio do milho em Illinois, o segundo maior estado produtor de milho dos EUA, ficará abaixo da média da visita de campo de 2025 e da média de três anos da visita.

O preço de fechamento do trigo no CBOT subiu 2,5 centavos, para US$7 por bushel.

Os importadores globais de trigo estão se preparando para uma redução na oferta, já que os ataques recíprocos da Rússia e da Ucrânia a portos e navios nas últimas semanas fecharam terminais de grãos e forçaram as transportadoras a adiar ou cancelar o embarque de dezenas de cargas durante a alta temporada de exportação.

Havia rumores crescentes no mercado de que os importadores estariam considerando alternativas aos suprimentos russos e ucranianos, já que os ataques à infraestrutura de grãos do Mar Negro estão interrompendo os embarques.

“Não parece que haverá uma solução para isso tão cedo”, disse Basse.

“Com as exportações caindo 50%, estamos todos tentando entender o que significa para uma região-chave do mundo não estar exportando grãos.”

Ler a notícia completa no Money Times ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.moneytimes.com.br — o conteúdo pertence a Money Times.

Mais de Money Times

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›