Juventudes do campo e da cidade disputam o direito de narrar o próprio território
Costuma-se repetir, em tom de queixa fácil nas esquinas, ônibus, metrô, e no senso comum, que a juventude contemporânea “não quer mais nada com nada”, anestesiada pelo brilho das telas e pelo fluxo individualizante das redes sociais.
No entanto, quando se olha para os territórios populares, do semiárido sertanejo às quebradas do Nordeste, a realidade […] Fonte
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