quarta-feira, 2 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Fernando Cerimedo atuou para difundir discurso trumpista na América Latina, diz site EUA: Câmara aprova projeto para evitar paralisação do governo antes da eleição de meio mandato ‘Reino Unido deve encerrar todo comércio com Israel’, cobra ativista palestino Senado aprova projeto que cria incentivos para data centers no Brasil Mendonça admite encontro com Vorcaro em São Paulo após vazamento de áudios China defende soberania cubana e dos países da América Latina diante das pressões de Washington Nepal: 1.130 mortos e 4.462 desaparecidos após colapso de geleira Argentinos exigem liberdade para Cristina após quatro anos do atentado contra ex-presidente Irã acusa ‘crime de guerra’ dos EUA em ataque a casamento e adverte países: ‘silêncio não é neutralidade’ O que tá rolando hoje: o novo 'bug do milênio' e como PF acessa mensagens? Fernando Cerimedo atuou para difundir discurso trumpista na América Latina, diz site EUA: Câmara aprova projeto para evitar paralisação do governo antes da eleição de meio mandato ‘Reino Unido deve encerrar todo comércio com Israel’, cobra ativista palestino Senado aprova projeto que cria incentivos para data centers no Brasil Mendonça admite encontro com Vorcaro em São Paulo após vazamento de áudios China defende soberania cubana e dos países da América Latina diante das pressões de Washington Nepal: 1.130 mortos e 4.462 desaparecidos após colapso de geleira Argentinos exigem liberdade para Cristina após quatro anos do atentado contra ex-presidente Irã acusa ‘crime de guerra’ dos EUA em ataque a casamento e adverte países: ‘silêncio não é neutralidade’ O que tá rolando hoje: o novo 'bug do milênio' e como PF acessa mensagens?
Brasil

Projeto de lei propõe que hospitais comuniquem agressões contra pessoas vulneráveis, na Paraíba

G1 Paraíba ·
Projeto de lei propõe que hospitais comuniquem agressões contra pessoas vulneráveis, na Paraíba

Violência contra a mulher Jainni Victória Hospitais na Paraíba poderão ser obrigados a comunicar às autoridades casos de agressão contra pessoas em situação de vulnerabilidade atendidas nas unidades.

O projeto de lei que estabelece a medida foi aprovado pela Assembleia Legislativa da Paraíba na terça-feira (1º) e agora segue para sanção do governador. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp A proposta é de autoria do deputado estadual Wilson Filho e determina que estabelecimentos de saúde públicos e privados façam a comunicação quando houver indícios ou confirmação de agressão contra pacientes vulneráveis.

Agora no g1 Se for sancionada, a lei entrará em vigor 90 dias após a publicação.

O texto estabelece que a comunicação deve ser feita de forma imediata ou no menor prazo possível, de acordo com a gravidade do caso.

A proposta parte da ideia de que os serviços de saúde podem ser o primeiro local onde sinais de violência são identificados.

Segundo a justificativa do projeto, algumas vítimas podem não conseguir relatar o que aconteceu por medo, dependência do agressor ou dificuldade de comunicação.

De acordo com o texto, os casos devem ser comunicados à autoridade policial.

Quando envolver crianças e adolescentes, o Conselho Tutelar também deverá ser informado.

O projeto prevê ainda comunicação ao Ministério Público e a outros órgãos que forem definidos pela regulamentação.

Sempre que possível, a comunicação deverá apresentar informações como identificação da vítima, descrição dos sinais ou confirmação da agressão, circunstâncias do atendimento e identificação do profissional ou da unidade responsável pela comunicação.

Caso a unidade descumpra a futura lei, poderá receber as sanções administrativas previstas na legislação vigente, além de outras penalidades cabíveis.

Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

Ler a notícia completa no G1 Paraíba ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Paraíba.

Mais de G1 Paraíba

Ver tudo ›

Mais em Brasil

Ver tudo ›