Delfia prepara expansão para Centro-Oeste e elege saúde como nova vertical de atuação
A Delfia , consultoria brasileira de tecnologia, prepara para o primeiro semestre a abertura de ao menos uma filial no Centro-Oeste, movimento que leva sua operação de serviços para fora do estado de São Paulo e atende a um projeto que o fundador e CEO, Rodrigo Bocchi, descreve como “muito próximo de aterrissar”.
No mesmo plano estão a chegada no mercado de saúde, eleita a próxima vertical da empresa, e a inteligência artificial (IA), frente em que a Delfia quer atua como curadora de governança e controle de custos.
A expansão vem na esteira de um ano em que os serviços gerenciados ganharam tração, em especial a sustentação de telecom, mercado em que a empresa entrou no início de 2026.
Bocchi afirma que a cliente atendida passou a registrar a melhor performance do País e que, em um setor no qual “todo mundo se conhece”, o resultado abre portas.
“Para de vender, é preciso ser comprado”, resume.
A expectativa é de crescimento orgânico em colaboradores e em receita.
Conhecida como Econocom Brasil até 2022, quando Bocchi comprou a operação do grupo francês e a rebatizou, a Delfia se apresenta como uma curadoria de jornadas digitais.
A origem está na observabilidade.
“É o DNA da empresa.
Trabalhamos com isso há mais de 15 anos”, diz.
A cibersegurança veio na sequência, quase por gravidade.
“Quando se faz monitoração de rede, de certa maneira, se atua na defesa também”.
Com o ano fiscal colado no calendário e a reta final de 2026 em ritmo de “sprint”, o Centro-Oeste é, segundo Bocchi, o que já está comprometido para 2027, mas não o único projeto comercial de serviços fora de São Paulo no radar da empresa.
A decisão de abrir uma filial, em vez de atender a região à distância, vem da natureza do trabalho.
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