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Economia

Tem algo de errado com a ‘pechincha’ do Banco do Brasil (BBAS3)? Citi acende alerta e corta preço-alvo

Seu Dinheiro ·

O Banco do Brasil (BBAS3) até parece barato na bolsa.

O problema é que, para o Citi , talvez exista um bom motivo para isso.

Segundo os analistas, as ações do BB continuam negociando a um múltiplo que, à primeira vista, parece convidativo.

Mas o banco norte-americano acredita que o preço pode estar escondendo uma deterioração maior do que o mercado está colocando na conta.

Por isso, o Citi colocou BBAS3 sob “monitoramento de catalisador negativo” e manteve a recomendação neutra para as ações.

Os analistas também reduziram o preço-alvo para BBAS3, de R$ 21 para R$ 18 , o que implica uma leve queda potencial de 2% em relação ao último fechamento, além de cortarem suas estimativas para o Banco do Brasil em 6% para 2026 e 21% para 2027 .

"A tese de investimento depende cada vez mais de premissas difíceis de conciliar com as tendências operacionais recentes", afirma o Citi.

Crédito continua sendo a grande tormenta do Banco do Brasil (BBAS3) A qualidade dos ativos segue como um dos principais pontos de pressão sobre a tese de Banco do Brasil (BBAS3).

No segundo trimestre (2T26), os indicadores de saúde da carteira continuaram se deteriorando , especialmente a formação de inadimplência ( NPL formation ) e a criação de operações classificadas no Estágio 3 , que reúne créditos com problemas mais graves de recuperação.

Embora a administração tenha destacado sinais de estabilização em algumas carteiras, o Citi avalia que as provisões continuam atrás da deterioração do crédito .

Confira aqui: Inadimplência do Banco do Brasil (BBAS3) dispara no cartão; CFO revela o que deu errado e como o banco vai reagir Balanço do Banco do Brasil (BBAS3) no 2T26 não foi tão bom quanto parece; mercado vê pouca margem para erros "Continuamos preocupados com a possibilidade de que os níveis atuais de provisão sejam insuficientes para absorver totalmente o enfraquecimento contínuo da qualidade do crédito", dizem os analistas.

O guidance para 2026 também entrou na mira.

Para o Citi, a projeção mantida pela administração pressupõe uma trajetória de custo de crédito "excessivamente otimista" para o segundo semestre.

Para chegar ao ponto médio do guidance , seria necessária uma queda relevante nas provisões justamente enquanto a formação de inadimplência continua avançando.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.seudinheiro.com — o conteúdo pertence a Seu Dinheiro.

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