Preso por atropelamento e morte de namorada tem soltura negada e já foi condenado por homicídio a tiros em MT
Paulo César Santos Vilela, de 33 anos, está preso suspeito de atropelar várias vezes e matar a namorada, Simone da Silva Matiuzi em MT Reprodução A Justiça de Mato Grosso manteve a prisão preventiva de Paulo César Santos Vilela, de 33 anos, suspeito de atropelar várias vezes e matar a namorada, Simone da Silva Matiuzi, em Vila Bela da Santíssima Trindade, a 562 km de Cuiabá, conforme a decisão publicada nesta terça-feira (1º).
Paulo já foi condenado por outro homicídio, cometido há dez anos, em Pontes e Lacerda.
A Segunda Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) negou, por unanimidade, um habeas corpus apresentado pela defesa.
O julgamento ocorreu no dia 25 de agosto, e teve como relator o juiz de Direito convocado Francisco Alexandre Ferreira Mendes Neto. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Ao g1, a defesa de Paulo César, representada pelo advogado Felipe Carlos Almeida, disse que não irá se pronunciar sobre o caso.
Veja os vídeos que estão em alta no g1 Paulo é investigado por feminicídio qualificado.
No pedido, a defesa alegou que não estavam presentes os requisitos necessários para manter a prisão e argumentou que a medida havia sido fundamentada "apenas na gravidade do crime".
Também pediu a substituição da prisão por medidas cautelares.
A defesa ainda sustentou que a morte teria sido acidental e afirmou que o calçado de Paulo teria escorregado no pedal da embreagem do veículo.
O pedido, no entanto, foi rejeitado.
Para os magistrados, há elementos concretos que justificam a manutenção da prisão, como a forma violenta como o crime teria sido cometido, o histórico criminal do investigado e o fato de ele ter deixado a região após o ocorrido.
Segundo o acórdão, os elementos reunidos na investigação indicam que Paulo teria usado o próprio veículo para atropelar Simone repetidamente.
Um macaco automotivo também foi encontrado nas proximidades, sugerindo, conforme a decisão, que o objeto possa ter sido usado para atingir a vítima.
Para o TJMT, as circunstâncias indicam um modo de execução de "excepcional violência".
O tribunal considerou que a prisão foi fundamentada em elementos específicos do caso, e não apenas na gravidade da acusação.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mato Grosso.