TJ-BA revoga segunda prisão preventiva de Binho Galinha; deputado estadual continua preso por outra ordem
Deputado Binho Galinha Ascom | GOV-BA O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) revogou, nesta terça-feira (1°), a segunda prisão preventiva do deputado estadual Kléber Cristian Escolano de Almeida, conhecido como Binho Galinha (Avante).
Apesar da decisão, o parlamentar continua preso por causa de outra ordem de prisão, cuja legalidade é analisada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Binho Galinha está preso desde outubro de 2025 e é réu em ações penais relacionadas à Operação El Patrón. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia Ele foi condenado a 36 anos de prisão em um dos processos, que apura crimes previstos no Estatuto do Desarmamento, como posse ilegal de armas, posse de arma com numeração ou sinal identificador adulterado e fornecimento ou permissão de acesso de arma de fogo a adolescente.
Segundo a defesa de Binho Galinha, o habeas corpus foi concedido pelo TJ-BA e a decisão de primeira instância será questionada também por meio de recurso. (Veja nota na íntegra ao final da matéria) Entenda porque Binho Galinha conseguiu registrar candidatura mesmo preso e o que pode acontecer agora Deputado estadual Binho Galinha é condenado Além de Binho Galinha, outras quatro pessoas foram condenadas no processo, entre elas a esposa do deputado, Mayana Cerqueira da Silva.
Um quinto investigado, Kleber Herculano de Jesus, conhecido como “Charutinho”, teve a punibilidade extinta pela Justiça após sua morte.
A data da morte não foi divulgada.
A sentença também determinou a comunicação da condenação à Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) para a “adoção de medidas cabíveis”.
Mesmo preso desde outubro do ano passado, Binho Galinha continua no quadro de deputados da Casa.
Relembre o caso A condenação do deputado estadual Binho Galinha faz parte das investigações da Operação El Patrón, deflagrada para apurar a atuação de um grupo criminoso em Feira de Santana, segunda maior cidade da Bahia.
Binho Galinha é apontado pelas investigações como chefe de uma milícia que teria atuado por mais de uma década na cidade.
As apurações começaram em 2023 e também investigam crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro e exploração de jogos de azar.
Esses processos ainda estão em andamento.
Segundo as investigações, o grupo teria utilizado empresas de fachada para lavar dinheiro obtido com atividades criminosas.
Entre as suspeitas está a comercialização de peças de veículos roubados em uma loja de autopeças em Feira de Santana.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Bahia.