Homem é condenado a 18 anos de prisão por arrastar e atropelar ex no RJ
Julio Cesar Magalhães foi condenado a 18 anos e quatro meses de prisão por tentar matar a ex-mulher após arrastá-la e atropelá-la com um carro em Maricá, no Rio de Janeiro.
Homem foi condenado na quinta-feira (27). A informação foi divulgada pelo MPRJ (Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro). O processo tramita em segredo de justiça.
A condenação foi obtida pela 1ª Promotoria de Justiça Criminal de Maricá. Para o MPRJ, a vítima não foi morta devido ao socorro e ao atendimento médico prestados à vítima. O UOL tenta contato com o TJRJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro) para obter mais detalhes da sentença. A reportagem será atualizada em caso de retorno.
O crime ocorreu em março de 2024, no bairro de Itaipuaçu. A vítima, então com 43 anos, estava com um carro conduzido pelo ex-companheiro quando foi agredida por ele. A mulher teve parte do corpo projetada para fora do veículo e foi arrastada pelas ruas.
Moradores ajudaram a mulher depois da queda, enquanto ela aguardava socorro sentada na calçada. De acordo com as investigações, o homem voltou ao local e lançou o carro contra a ex-companheira, após subir no meio-fio, atropelando-a.
Câmeras de segurança registraram o atropelamento. Após o ataque, Magalhães fugiu, mas policiais o encontraram e o levaram à delegacia, onde ele ficou preso em flagrante.
A mulher sofreu ferimentos graves e recebeu atendimento médico, mas sobreviveu.
A reportagem tenta contato com a defesa de Julio Cesar Magalhães. O texto será atualizado tão logo haja manifestação.
Denúncias podem ser feitas pelo telefone 180 , da Central de Atendimento à Mulher, que funciona 24 horas por dia, inclusive no exterior. A ligação é gratuita.
O serviço recebe denúncias, oferece orientação especializada e encaminha vítimas para serviços de proteção e atendimento psicológico.
As denúncias também podem ser feitas pelo Disque 100 , canal voltado a violações de direitos humanos.
Há ainda o aplicativo Direitos Humanos Brasil e a página da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos (ONDH) .
Caso esteja em situação de risco, a vítima pode solicitar medidas protetivas de urgência , previstas na Lei Maria da Penha.
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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.