No mês de campanha de prevenção ao suicídio, peças no Rio promovem reflexão sobre o tema
Gabriel Braga Nunes e Andreas Trotta interpretam pai e filho na peça 'O Filho' Divulgação/ Ronaldo Gutierrez Em setembro, mês de conscientização sobre a prevenção ao suicídio e de valorização da vida, duas peças em cartaz no Rio de Janeiro levam aos palcos histórias que abordam saúde mental, depressão e relações familiares.
“O Filho” e “Boa Noite, Mãe” apresentam personagens diante de situações de sofrimento emocional e convidam o público a refletir sobre a importância do diálogo.
Em “O Filho”, a plateia acompanha Nicolas, um adolescente de 16 anos que apresenta sinais de depressão e se sente perdido.
Filho de pais separados, ele deixa a casa da mãe para morar com o pai, na tentativa de reencontrar um sentido para a própria vida.
O espetáculo é uma adaptação do texto do dramaturgo francês Florian Zeller, montada em mais de 20 países e também adaptada para o cinema. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça "É muito gratificante estar com essa peça em cartaz justamente no mês de setembro.
Falar de saúde mental é muito importante nos dias atuais, pois temos dados alarmantes.
As pessoas se identificam, saem do espetáculo querendo falar e entender mais sobre esse tema", conta Andreas Trotta, que interpreta Nicolas na peça.
Suicídio: existe algum sinal? Como prevenir e conversar com meu filho sobre o tema? A montagem brasileira é dirigida por Léo Stefanini e tem no elenco Gabriel Braga Nunes, Maria Flor, Andreas Trotta, Bruna Miglioranza, Marcio Marinello e Luciano Schwab.
Maria Ribeiro reveza com Maria Flor nas sessões de domingo.
"Depressão é a epidemia do século.
E a peça, de certa forma, entra como um serviço de saúde, porque a saúde mental é uma urgência a ser falada", acrescenta Andreas.
No mês da prevenção ao suicídio, peça fala sobre saúde mental, depressão e relações familiares.
Divulgação/ Ronaldo Gutierrez Nos palcos, ele se transforma em um adolescente cheio que questões, que acaba se isolando.
"Muitos adolescentes não sabem lidar com seus sentimentos, não veem graça na vida, e nós não podemos inviabilizar o sentimento do outro.
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