sábado, 17 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Habitação. Paulo Raimundo denuncia nova lei "feita à medida dos fundos imobiliários"› Manifestantes incendeiam edifício de autarquia francesa: "Ato deliberado"› 21h Movimento pela habitação pede prolongamento do protesto no Porto› Mélenchon acusa as autoridades de provocarem uma "crise de regime"› EUA exige que Israel puna colonos que atacaram fotojornalista› Roma regressa aos triunfos e sobe provisoriamente ao segundo lugar› "Hoje, amanhã e até quando for preciso". Manifestantes no Porto decidem voltar a acampar na Praça D.João I› Trump volta a associar imigração à criminalidade para mobilizar eleitorado republicano› Armas para todos, cortes nos apoios sociais e guerra aos traficantes: Lula e Flávio Bolsonaro ainda não foram a debates, mas já deram spoilers de como será o primeiro frente a frente› Nem todos morreram em Pompeia. O que aconteceu a quem escapou à erupção do Vesúvio?› Habitação. Paulo Raimundo denuncia nova lei "feita à medida dos fundos imobiliários"› Manifestantes incendeiam edifício de autarquia francesa: "Ato deliberado"› 21h Movimento pela habitação pede prolongamento do protesto no Porto› Mélenchon acusa as autoridades de provocarem uma "crise de regime"› EUA exige que Israel puna colonos que atacaram fotojornalista› Roma regressa aos triunfos e sobe provisoriamente ao segundo lugar› "Hoje, amanhã e até quando for preciso". Manifestantes no Porto decidem voltar a acampar na Praça D.João I› Trump volta a associar imigração à criminalidade para mobilizar eleitorado republicano› Armas para todos, cortes nos apoios sociais e guerra aos traficantes: Lula e Flávio Bolsonaro ainda não foram a debates, mas já deram spoilers de como será o primeiro frente a frente› Nem todos morreram em Pompeia. O que aconteceu a quem escapou à erupção do Vesúvio?
Economia

Fundo para impostos da venda de barragens da EDP por implementar

Jornal Económico ·
Fundo para impostos da venda de barragens da EDP por implementar

O fundo criado em 2021 para gerir as receitas dos impostos da venda das barragens da EDP no Douro está por implementar há cinco anos, sem que o Governo de Luís Montenegro esclareça a ausência do decreto-lei.

Em causa está um fundo criado com a lei do Orçamento do Estado para 2021 (OE2021) com o objetivo de assumir as receitas dos impostos do trespasse da concessão das barragens de Miranda do Douro, Picote, Bemposta, Baixo Sabor, Feiticeiro e Tua, que a EDP vendeu no final de 2020 a um consórcio liderado pela elétrica francesa Engie (empresa Movhera).

O fundo foi criado por iniciativa do PSD, quando os sociais-democratas estavam na oposição e o PS liderava o Governo, mas até hoje nem o então executivo de António Costa, nem os dois executivos do PSD e CDS-PP de Luís Montenegro o regulamentaram.

A versão final do OE2021 previa que o objeto e a gestão deste instrumento fossem definidos por decreto-lei no prazo de 90 dias após a venda, depois de ouvidos os municípios onde os aproveitamentos hidroelétricos estão localizados.

A tutela das Finanças do atual Governo não explica a razão do atraso, não tendo respondido à Lusa sobre em que ponto se encontra a regulamentação nem que diligências fez nesse sentido.

Também não esclareceu se o ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, ou a secretária de Estado dos Assuntos Fiscais, Cláudia Reis Duarte, realizaram contactos, reuniões ou interações escritas com a Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) para o Governo se assegurar da tempestiva operacionalização do fundo.

Não se sabe quando é que o Governo prevê que o fundo fique operacional e se tal acontecerá no momento em que o Estado português receber as receitas do negócio.

O tema da cobrança dos impostos voltou ao debate público no início de agosto, depois de o Movimento da Terra de Miranda alertar para o risco de caducidade da liquidação de 335,2 milhões de euros de IMT, Imposto de Selo e IRC que o Ministério Público considerou estarem em falta relativamente ao negócio realizado entre a EDP e o consórcio da Engie em 2020.

A legislação prevê a transferência destas receitas para o fundo, bem como metade das receitas de novas concessões, rendas destinadas pelos concessionários aos municípios, ainda o IMI das barragens e a participação dos municípios nas receitas do IVA e IRC.

O OE2021 previa igualmente que, enquanto as receitas não estiverem a ser transferidas para os municípios, “o Estado assegura a sua transferência para o fundo na data em que a mesma é feita para os municípios que são os atuais titulares ou, não estando a ser liquidado o imposto, na data em que o seria, se essa liquidação estivesse a ser efetuada”.

Ler a notícia completa no Jornal Económico ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jornaleconomico.sapo.pt — o conteúdo pertence a Jornal Económico.

Mais de Jornal Económico

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›