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Carlos Moedas: “Achava que ia falhar como político, então reprimia esse desejo”

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Carlos Moedas: “Achava que ia falhar como político, então reprimia esse desejo”

“E Se Corre Bem?” é a pergunta que dá nome ao podcast do ECO, que celebra hoje um marco especial: o episódio 100.

Para assinalar o momento, o ECO recebeu Carlos Moedas, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, um convidado cuja história de vida parece fazer juz ao mote deste podcast.

Nasceu em Beja e mudou-se para Lisboa ainda sem ter a certeza de conseguir pagar o quarto que ia alugar , mas arriscou e foi esse primeiro “salto no escuro” que lhe abriu caminho para os voos seguintes. .errordiv { padding:10px; margin:10px; border: 1px solid #555555;color: #000000;background-color: #f8f8f8; width:500px; }#advanced_iframe {visibility:visible;opacity:1;vertical-align:top;}.ai-info-bottom-iframe { position: fixed; z-index: 10000; bottom:0; left: 0; margin: 0px; text-align: center; width: 100%; background-color: #ff9999; padding-left: 5px;padding-bottom: 5px; border-top: 1px solid #aaa } a.ai-bold {font-weight: bold;}#ai-layer-div-advanced_iframe p {height:100%;margin:0;padding:0} var ai_iframe_width_advanced_iframe = 0;var ai_iframe_height_advanced_iframe = 0;var aiOnloadScrollTop="true";var aiShowDebug=false; if (typeof aiReadyCallbacks === 'undefined') { var aiReadyCallbacks = []; } else if (!(aiReadyCallbacks instanceof Array)) { var aiReadyCallbacks = []; } function aiShowIframeId(id_iframe) { jQuery("#"+id_iframe).css("visibility", "visible"); } function aiResizeIframeHeight(height) { aiResizeIframeHeight(height,advanced_iframe); } function aiResizeIframeHeightId(height,width,id) {aiResizeIframeHeightById(id,height);} var ifrm_advanced_iframe = document.getElementById("advanced_iframe");var hiddenTabsDoneadvanced_iframe = false; function resizeCallbackadvanced_iframe() {} “Quando eu cheguei a Lisboa, não conhecia ninguém.

A sociedade era muito estratificada e, no fundo, os meus pais achavam que eu ia ficar por ali [Beja], mas eu queria mostrar que era possível ir mais longe e que podia fazer mais.

Toda essa parte da minha vida teve muito a ver com essa luta interna e com tentar mostrar que não era por ter nascido ali que o meu destino era aquilo “, começou por dizer.

O destino tinha de ser maior e cumprir o propósito de “contribuir para ajudar outras pessoas”.

Os professores diziam-lhe para seguir medicina, já que, além de ter média para isso, o faria participar no bem comum, algo que tanto valorizava.

No entanto, a “incapacidade de ver sangue” sem se sentir mal, fê-lo optar por uma opção muito diferente, mas que, curiosamente, o levou a um caminho de igual entrega aos outros – Engenharia Civil.

“ Sabia lá eu o que era ser engenheiro, mas fui para engenharia civil.

E, em 1993, fui fazer Erasmus durante seis meses para França.

Acabei por ser contratado para ficar lá e fui engenheiro em França durante cinco anos.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

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