sábado, 17 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Prosperidade dos EUA tem "sangue açoriano e português", afirma Bolieiro› Papa foi o "paciente ideal". Visita à América Latina deverá manter-se› Macron garante que França vai unir-se "contra quem semeia o caos"› OE2027: Líder da IL lamenta retirada do investimento para o IC31› 800 mil pessoas participaram nos protestos em França. O que aconteceu?› 19h Milhares de jovens juntam-se em Lisboa e Porto em "acampadas" pela habitação› Luso venezuelanos manifestam-se na Madeira para exigir marcação de eleições› Lecornu sobre violência nos protestos: "Não nos deixaremos intimidar"› Quatrocentos detidos e centenas de milhares nas ruas de França. Macron promete castigos, Mélenchon acusa a polícia e primeiro-ministro avisa: “Não nos deixaremos intimidar”› “Não dá mais? Então monta a tua tenda!” Protestos pela habitação chegam ao Rossio depois de uma semana de contestação no Porto› Prosperidade dos EUA tem "sangue açoriano e português", afirma Bolieiro› Papa foi o "paciente ideal". Visita à América Latina deverá manter-se› Macron garante que França vai unir-se "contra quem semeia o caos"› OE2027: Líder da IL lamenta retirada do investimento para o IC31› 800 mil pessoas participaram nos protestos em França. O que aconteceu?› 19h Milhares de jovens juntam-se em Lisboa e Porto em "acampadas" pela habitação› Luso venezuelanos manifestam-se na Madeira para exigir marcação de eleições› Lecornu sobre violência nos protestos: "Não nos deixaremos intimidar"› Quatrocentos detidos e centenas de milhares nas ruas de França. Macron promete castigos, Mélenchon acusa a polícia e primeiro-ministro avisa: “Não nos deixaremos intimidar”› “Não dá mais? Então monta a tua tenda!” Protestos pela habitação chegam ao Rossio depois de uma semana de contestação no Porto
Portugal

Manifestantes regressam à Praça D. João I para assembleia popular

Notícias ao Minuto - País ·
Manifestantes regressam à Praça D. João I para assembleia popular

Manifestantes que desde sábado protestam a crise da habitação na Praça D.

João I, no Porto, regressaram hoje a este local após terem levado o protesto à porta da Câmara do Porto, durante a concentração após carga policial nesta madrugada.

Pelas 20h40, centenas de manifestantes saíram da Praça D.

João I, onde uma acampada foi montada no sábado, para ocuparem parte da Rua Passos Manuel, seguindo pelas ruas que rodeiam a praça até à porta do edifício da autarquia, onde subiram a rampa até à porta e ocuparam os degraus junto a um letreiro turístico.

Ali manifestaram e entoaram cânticos, entre gritos de "a rua é nossa" e "o Porto é nosso", antes de iniciarem o percurso de regresso.

A manifestação, que junta cerca de 2.500 pessoas, voltou depois à praça onde têm estado desde sábado, para uma assembleia popular onde planeiam deliberar sobre se mudam de local da acampada, permanecem, ou voltam a montar tendas.

O movimento pela habitação que tem protestado no Porto denunciou hoje uma carga policial, esta madrugada, que causou ferimentos em 39 dos participantes, dois dos quais ficaram em estado grave.

De acordo com o movimento, entre os feridos está uma pessoa com deficiência e vários participantes na concentração foram hospitalizados.

Os participantes voltaram a instalar tendas durante a noite, que foram retiradas pela polícia, depois de o presidente da Câmara do Porto ter dito na quarta-feira que seria «absolutamente implacável com qualquer tentativa de colocação de tendas» na Praça D.

João I».

O movimento apresenta seis reivindicações principais: «abaixo a lei das rendas; fim dos despejos; fim da compra de imóveis por fundos abutres; mais habitação pública; recuperação de imóveis devolutos para habitação; tetos às rendas».

Na nota de hoje, o movimento «denuncia veementemente o uso de força extrema, desproporcional e injustificada durante a intervenção policial na acampada, que se manteve, desde o primeiro momento, pacífica, sem nunca incitar à violência», considerando a carga «inaceitável» e pedindo responsabilidades.

A PSP confirmou entretanto um polícia ferido e a existência de feridos entre os manifestantes, sem precisar quantos, atribuindo a razão da intervenção a «comportamentos de resistência».

O presidente da Câmara do Porto disse hoje que a PSP se viu «forçada» a atuar, perante a atitude dos manifestantes, tendo lamentado o incidente.

Ler a notícia completa no Notícias ao Minuto - País ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.noticiasaominuto.com — o conteúdo pertence a Notícias ao Minuto - País.

Este assunto em outros veículos

Mais de Notícias ao Minuto - País

Ver tudo ›

Mais em Portugal

Ver tudo ›