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Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Jornal das 9, com edição da Laura Figueiredo. E Laura, André Ventura considera que o governo apresentou um mau orçamento e avisa que o Chega não vai ser uma muleta do governo.

Ainda assim, o partido não se compromete, para já, com um sentido de voto em relação ao orçamento do Estado para o próximo ano. Em declarações aos jornalistas no Parlamento, depois da apresentação da proposta do governo, André Ventura diz que vai esperar para ver o que o executivo está disposto a mudar.

A análise que deixamos aqui é muito clara de que é um mau orçamento e que é um orçamento que não corresponde às necessidades das pessoas. O Chega também não é muleta do governo, nem quer ser. Deixe isso para o Partido Socialista. A nossa função é liderar a oposição responsavelmente.

É uma análise preliminar. O orçamento foi entregue há cerca de três horas. Não temos a certeza de estar tudo contemplado, mas o governo terá a oportunidade, nas várias audições regimentais, para confirmar que a exigência colocada pelo Partido Socialista está efetivamente cumprida.

Reação do deputado do PS, António Mendonça Mendes. O presidente do PS convocou para este sábado de manhã a Comissão Nacional do partido para analisar o orçamento do Estado e o novo regime do arrendamento urbano.

O ministro das Finanças pede responsabilidade ao Partido Socialista na viabilização do orçamento do Estado.

Depois das dúvidas suscitadas pelas declarações do deputado do PS, António Mendonça Mendes, o ministro Joaquim Miranda Sarmento diz que o PS não pode desvirtuar o voto de abstenção que José Luís Carneiro já tinha antecipado.

O Partido Socialista assumiu a responsabilidade de se abster e com isso viabilizar o orçamento. Não pode agora desvirtuar. O orçamento que entra tem um superávit. É muito importante para o país, até dada a situação internacional, que o orçamento que sai do Parlamento, depois da especialidade e da votação, mantenha esse equilíbrio das contas públicas, mantenha a redução da dívida pública e que não seja desvirtuado, porque isso seria uma enorme irresponsabilidade que o país pagaria caro.

É isso que, se acontecer, o que estão a dizer é que no próximo ano querem que o país tenha um déficit.

Declarações do ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, à SIC. Diz que o PS tem de ser responsável e viabilizar o orçamento do Estado para 2027. O ministro das Finanças, que acredita que as contas do país estão robustas e que permitem enfrentar uma eventual crise. Joaquim Miranda Sarmento apresentou esta tarde a proposta do orçamento do Estado para o próximo ano. Diz que o governo prevê que a economia continue a crescer acima de 2%. O orçamento propõe ainda uma atualização dos escalões do IRS em 3,8%, o que significa menos 550 milhões de euros em impostos pagos no próximo ano.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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