sábado, 17 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Habitação. Paulo Raimundo denuncia nova lei "feita à medida dos fundos imobiliários"› Manifestantes incendeiam edifício de autarquia francesa: "Ato deliberado"› 21h Movimento pela habitação pede prolongamento do protesto no Porto› Mélenchon acusa as autoridades de provocarem uma "crise de regime"› EUA exige que Israel puna colonos que atacaram fotojornalista› Roma regressa aos triunfos e sobe provisoriamente ao segundo lugar› "Hoje, amanhã e até quando for preciso". Manifestantes no Porto decidem voltar a acampar na Praça D.João I› Trump volta a associar imigração à criminalidade para mobilizar eleitorado republicano› Armas para todos, cortes nos apoios sociais e guerra aos traficantes: Lula e Flávio Bolsonaro ainda não foram a debates, mas já deram spoilers de como será o primeiro frente a frente› Nem todos morreram em Pompeia. O que aconteceu a quem escapou à erupção do Vesúvio?› Habitação. Paulo Raimundo denuncia nova lei "feita à medida dos fundos imobiliários"› Manifestantes incendeiam edifício de autarquia francesa: "Ato deliberado"› 21h Movimento pela habitação pede prolongamento do protesto no Porto› Mélenchon acusa as autoridades de provocarem uma "crise de regime"› EUA exige que Israel puna colonos que atacaram fotojornalista› Roma regressa aos triunfos e sobe provisoriamente ao segundo lugar› "Hoje, amanhã e até quando for preciso". Manifestantes no Porto decidem voltar a acampar na Praça D.João I› Trump volta a associar imigração à criminalidade para mobilizar eleitorado republicano› Armas para todos, cortes nos apoios sociais e guerra aos traficantes: Lula e Flávio Bolsonaro ainda não foram a debates, mas já deram spoilers de como será o primeiro frente a frente› Nem todos morreram em Pompeia. O que aconteceu a quem escapou à erupção do Vesúvio?
Últimas

65 tiroteios em Bruxelas levam a "emergência nacional"

Observador ·
65 tiroteios em Bruxelas levam a "emergência nacional"

O ministro do Interior belga, Bernard Quintin, declarou esta quarta-feira que a Bélgica se encontra “numa situação de emergência nacional” devido à mais recente onda de tiroteios registada na capital, Bruxelas.

“Após a nova série de tiroteios em Bruxelas, propus várias medidas concretas para reforçar o combate à violência relacionada com o tráfico de droga e o crime organizado. Estamos numa situação de emergência nacional. O combate ao crime organizado deve ser uma prioridade absoluta para todos os serviços e todos os níveis de poder”, escreveu Quintin numa mensagem publicada nas redes sociais.

Entre as medidas anunciadas pelo ministro, noticiadas pela estação televisiva RTL, estão o destacamento de mais um pelotão de infantaria na capital , o reforço das unidades especiais da Polícia e da Polícia Judiciária Federal de Bruxela s e a continuação das operações da Ação Policial Abrangente.

“Para garantir a segurança dos nossos cidadãos, é necessário um esforço adicional. Se não agirmos agora de forma coordenada e firme, continuaremos a atuar ‘a posteriori’. Por isso, estamos a reforçar significativamente a presença federal no terreno”, sublinhou o responsável.

A região de Bruxelas atravessa um novo pico de violência, com seis tiroteios registados em quatro dias nos bairros de Anderlecht, Saint-Gilles e Molenbeek , elevando para 65 o número total de tiroteios na região desde o início do ano, o mesmo número registado na totalidade do ano passado.

Numa reunião realizada na terça-feira com Quintin, os autarcas dos bairros afetados denunciaram a falta de intervenção federal e exigiram ao ministro uma “abordagem federal”, argumentando que o aumento da criminalidade na capital é “um problema nacional”, segundo a estação local BX1.

Consideraram também que o reforço da Polícia Federal “é insuficiente” e sondaram a possibilidade de pedirem eles mesmos a intervenção de agentes federais recorrendo ao artigo 43.º da lei sobre a função policial, prevista para casos de ameaça grave e iminente à ordem pública, quando os recursos locais se revelam insuficientes.

O ministro belga defendeu a sua gestão da situação e negou que Bruxelas tenha menos polícias que outras cidades como Antuérpia, atribuindo a situação atual a “entre 20 e 25 anos de indecisão” herdada dos anteriores governos em matéria de segurança na capital.

Ler a notícia completa no Observador ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

Mais de Observador

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›