sábado, 17 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› CGTP espera "grande manifestação" contra aumento do custo de vida› México detém suspeito de construir túneis para tráfico de droga com EUA› Manifestações pela habitação e contra custo de vida em várias cidades› Cuba recebe ajuda de 750 toneladas de óleo da Rússia› Sismo? Portugueses na Venezuela enfrentam desafio de reconstruir vidas› Cuba denuncia aumento de mortes por cancro e culpa embargo dos EUA› Comunidade luso-tailandesa mantém viva a sua herança em Banguecoque› Centro de reabilitação em Ourém recebeu 50 militares ucranianos feridos› Irão? 135 incidentes marítimos e 76 vítimas desde início de guerra› 06h No Dia Mundial da Erradicação da Pobreza há protestos contra o aumento do custo de vida› CGTP espera "grande manifestação" contra aumento do custo de vida› México detém suspeito de construir túneis para tráfico de droga com EUA› Manifestações pela habitação e contra custo de vida em várias cidades› Cuba recebe ajuda de 750 toneladas de óleo da Rússia› Sismo? Portugueses na Venezuela enfrentam desafio de reconstruir vidas› Cuba denuncia aumento de mortes por cancro e culpa embargo dos EUA› Comunidade luso-tailandesa mantém viva a sua herança em Banguecoque› Centro de reabilitação em Ourém recebeu 50 militares ucranianos feridos› Irão? 135 incidentes marítimos e 76 vítimas desde início de guerra› 06h No Dia Mundial da Erradicação da Pobreza há protestos contra o aumento do custo de vida
Últimas

Dacia quer crescer, ser acessível e electrificar depressa

Observador ·
Dacia quer crescer, ser acessível e electrificar depressa

Katrin Adt é a CEO da Dacia desde Setembro de 2025, depois de passar pela Mercedes e pela Smart. É esta gestora, que chegou a estudar direito em Coimbra, que é responsável pela estratégia da marca do grupo Renault que dirige, cujos objetivos são louváveis, mas algo difíceis de conseguir, pelo menos no actual panorama da indústria automóvel. Com a generalidade dos construtores a preferem despedimentos e encerramentos de fábricas para enfrentar a diminuição das vendas, a Dacia tem uma estratégia completamente oposta. E, curiosamente, até faz mais sentido, sobretudo depois da marca investir na competição e com sucesso.

A Dacia foi uma criação do Grupo Renault, como um fabricante romeno de veículos simples e baratos, mas o verdadeiro o mercado não estava aí. Para ter sucesso, a Dacia necessitava de evoluir e propor veículos acessíveis, mas desejáveis, que não fizesse os proprietários passar por pobrezinhos, mas sim por clientes que favorecem o value for money, adquirindo apenas o equipamento de que necessitam.

Striker é a carrinha/crossover da Dacia mais perigosa para a concorrência que o Bigster

Desde que esta estratégia foi implementada, ainda antes da Adt entrar a bordo, a Dacia transformou-se num construtor desejável, com modelos versáteis, robustos e capazes de cativar clientes em busca de veículos atraentes mas racionais, versáteis e com espaço, capazes de enfrentar pisos em mau estado com ou sem tracção 4×4. Daí que ao Sandero fosse substituído por outro mais moderno, o mesmo acontecendo com o Duster, que recebeu o reforço de um modelo maior e mais espaçoso, o Bigster. Isto enquanto o eléctrico Spring vai ter direito a uma nova geração, mais sofisticada mas ainda assim a mais acessível dos eléctricos citadinos.

Mas como a ideia da Dacia é crescer, a estratégia é propor mais modelos a combustão e simultaneamente veículos eléctricos. Entre os primeiros, o Striker, com um prelo em Portugal inferior a 25.000€, destaca-se como a primeira carrinha/crossover do construtor, oferecendo espaço sem impôr uma carroçaria volumosa, pesada e necessariamente mais cara, surgindo como uma alternativa ao também novo SUV Bigster.

Mas as maiores novidades da Dacia surgem entre os eléctricos, com a Dacia a prometer 4 novos modelos a bateria, sendo que o primeiro é o novo Spring, que herda a plataforma e a mecânica do Renault Twingo, que já está no mercado, sendo proposto por cerca de 19.500€ com uma autonomia de 263 km, enquanto o modelo equivalente da Dacia será proposto por cerca de 18.000€. Mas Katrin Adt promete que o construtor vai lançar mais três modelos eléctricos, sempre com preços de arromba. E assim, é fácil antever o anunciado crescimento das vendas do construtor romeno do grupo Renault, que certamente disparará igualmente entre os veículos eléctricos a bateria, contando que permaneçam entre os mais acessíveis do mercado, como é tradição na marca.

Ler a notícia completa no Observador ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

Mais de Observador

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›