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Académico de Viseu x FC Porto. "Primeiro golo foi legal"

Observador ·
Académico de Viseu x FC Porto. "Primeiro golo foi legal"

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Apito inicial para mais um Sem Falta da Rádio Observador. Isto depois do apito final do Académico 0, Futebol Clube do Porto 3. Jogo da quarta jornada do nosso campeonato, que aconteceu no Estádio do Fontelo, em Viseu, que 37 anos depois voltou a receber um jogo grande do Campeonato Nacional da Primeira Divisão. O árbitro foi Miguel Nogueira. Pedro Henriques, vamos passar à análise. Muito boa noite. Ao minuto cinco, logo a começar, o gol do Porto, o gol do André Silva. Tudo legal.

Este é o caso, obviamente, que de alguma maneira os jornalistas tentaram perguntar ao jogador que foi à flash interview, ao próprio treinador da parte do Porto.

Exatamente. Mas eu vou dar como legal e passo já a explicar. Só quero deter-me um bocadinho mais neste lance, pois os outros são todos rápidos. Aquilo que foi uma das heranças deste mundial, e quando dizemos do mundial e com extensão às ligas nacionais e no fundo são as diretrizes internacionais que foram dadas, é de alguma maneira tentar-se promover o jogo fluido, deixar jogar, não interromper por tudo. E até provar, reverter algo, tem que ter como base o claro e óbvio. Portanto, isto em oposição àquilo que tem sido apanágio de muitas competições e de muitos jogos, que é as quedas muito fáceis dos jogadores perante os contactos. E portanto, a ideia é que os árbitros não valorizem esses lances, a não ser que realmente se trate de uma infração, obviamente. E neste caso em concreto, o William Gomes acaba por colocar a mão na barriga do Hugo Costa. Mas colocar a mão, poderão sempre dizer: "Bem, até que ponto é que colocas a mão e isso retarda a tua movimentação ou impede de tu saíres da mesma forma fluida?" O facto, e isso para mim é que era mais relevante, em que em nenhum momento, e pus em movimento normal, em câmera lenta, há o agarrar, o puxar da camisola, que isso sim, estaríamos perante uma situação em que a mão está ali a fazer e exercer uma determinada força que pode impedir. E esse, em movimento normal, que é sempre importante, ao colocar a mão, aquilo é uma fração de segundo em que o jogador coloca e tira a mão e em que o jogador do Académico de Viseu, o Hugo Costa, praticamente se projeta e cai. Portanto, há uma queda muito fácil, na minha perspectiva, do jogador assim que sente o contacto. Aquilo que é causa e efeito, a consequência, que no fundo é isso que implica uma infração, que é quando tu agarras, puxas, carregas, rasteiras, isso faz com que o jogador não chegue à bola, perca a bola, tente rematar, não consiga rematar, remate com dificuldade. Todas essas ações que no fundo têm uma consequência, para mim, são claramente substituídas neste lance por o jogador sentiu o contacto e deixou-se cair. E perante esta circunstância, do jogador sentir o contacto e deixar-se cair, para mim, não há motivo para qualquer infração. Depois, há a dúvida, porque para que o VAR possa intervir, é preciso que quando recuperas a bola, seja claro e óbvio, já falámos sobre isso, mas também que toda a jogada aconteça dentro da mesma fase de ataque.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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