Exército integra rede de centros de experimentação de defesa NATO DIANA
O Exército Português, através do Centro de Experimentação e Modernização Tecnológica do Exército (CEMTEx), passou a integrar a rede de Centros de Testes afiliados da NATO DIANA , acelerador de inovação de defesa e segurança da Aliança Atlântico.
Integração na rede “reforça o contributo de Portugal para o desenvolvimento de soluções inovadoras ao serviço da segurança e defesa coletiva da NATO”.
O CEMTEx fechou um acordo com o NATO DIANA passando a integrar a rede de centros de teste e experimentação tecnológica da Aliança Atlântica.
“Esta integração constitui um passo relevante para o posicionamento de Portugal no ecossistema internacional de inovação para a Defesa, permitindo colocar as capacidades de experimentação do Exército ao serviço do desenvolvimento, ensaio e validação de tecnologias emergentes com aplicações civis e militares”, refere o porta-voz do Exército Português ao ECO/eRadar.
Portugal integra rede de aceleradores da NATO DIANA Ler Mais Criada em 2021, o NATO DIANA é uma iniciativa da Aliança Atlântica visando acelerar o desenvolvimento de tecnologias emergentes e disruptivas de startups ou PME no setor da defesa, ou outras entidades, aproximando as soluções criadas das necessidades operacionais das Forças Armadas.
Para isso, foi criada uma rede de aceleradores e centros de testes.
Este ano Portugal passou a acolher um desses aceleradores, instalado no Instituto Pedro Nunes, em Coimbra, em parceria com a idD Portugal Defence, entidade que agrega as participações do Estado português nas empresas de defesa.
Sistemas autónomos e não tripulados, a Inteligência Artificial, as comunicações seguras, a cibersegurança, as tecnologias quânticas, a energia, o espaço e a resiliência das infraestruturas críticas são algumas das áreas foco desta rede.
Portugal reforça capacidade de participar em projetos desenvolvidos no contexto NATO O CEMTex junta-se agora ao projeto passando a integrar a rede de Centros de Testes afiliados “disponibilizando infraestruturas, conhecimento técnico especializado e ambientes de experimentação operacional”.
“Estas capacidades permitirão que empresas e entidades inovadoras selecionadas no âmbito dos programas da DIANA possam testar, avaliar, verificar e validar as suas soluções tecnológicas em condições próximas das operações militares reais”, aponta porta-voz do Exército Português.
Acelerador NATO DIANA vai ‘multiplicar’ deftechs nacionais Ler Mais “O objetivo é contribuir para reduzir o intervalo entre o desenvolvimento de uma tecnologia e a sua potencial aplicação operacional, permitindo identificar a sua utilidade, maturidade e adequação às necessidades concretas das forças militares”, destaca.
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