terça-feira, 1 de setembro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
Últimas

Gestão da Universidade Técnica do Porto toma posse

Observador ·
Gestão da Universidade Técnica do Porto toma posse

Os órgãos de gestão da Universidade Técnica do Porto (UTP), que surge do politécnico, tomaram esta terça-feira posse, num “momento histórico” para a região Norte e ensino superior do país, defendeu o reitor, Paulo Pereira.

O reitor encerrou a cerimónia de tomada de posse, no auditório magno da instituição, salientando a “concretização de um desígnio institucional que nasceu da ambição coletiva da comunidade académica , amplamente consensualizado”.

Agradeceu a toda a comunidade, de professores a alunos, técnicos a antigos alunos, entidades parceiras, e colocou a UTP como um “modelo de complementaridade”, em vez de concorrencial, na região.

Esta “força transformadora” que deseja ter na instituição e projetada para o país visa, segundo o mesmo, “preservar a identidade politécnica e potenciar a integração da componente universitária” , apoiando “a criação de empregos mais qualificados na região” e uma alavanca para formar mais estudantes.

A equipa segue, largamente, o que estava em funções no politécnico, com Paulo Pereira acompanhado dos vice-reitores Fernando Magalhães, Maria João Viamonte, Celda Morgado e Paulo Ferraz, bem como dos pró-reitores Carlos Ramos, Flávio Ferreira, Isabel Pereira, Nuno Bettencourt, Olívia da Silva e Raquel Pereira.

Para a nova fase da UTP, tomaram posse como administradoras Ana Rute Morim e Carla Padrão, bem como um Conselho de Gestão e uma Comissão Instaladora.

Na Comissão Instaladora, além do reitor, estão Francisco Assis, ausente da cerimónia de tomada de posse, Isabel Pires de Lima, António Tavares e Inês Mota, enquanto diretores das várias faculdades e escolas superiores, algumas das quais com novos nomes, mantêm os cargos na nova unidade orgânica.

Já o ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, vê a UTP como “um projeto importantíssimo para o ensino superior português , mas também para a cidade do Porto, para a região Norte e Portugal”.

O ministro defendeu, perante um auditório magno lotado, que o objetivo do posicionamento do Governo foi “dar corpo à transformação” que as instituições reclamavam, nomeadamente “autonomia estratégica” e de gestão de recursos.

A alteração ao regime jurídico das instituições de ensino superior (RJIES) “dá espaço para que a realidade mude”, ao contrário do anterior, que foi criticado como sendo “um espartilho” que “limitava as instituições”.

O ministro destacou que seguir-se-á a nova Lei da Ciência e Inovação, já anunciada pelo primeiro-ministro , Luís Montenegro, que espera poder levar a Conselho de Ministros ainda este mês.

“[É um] diploma com participação extraordinária de toda a comunidade, um grupo de trabalho com um projeto incrível, que produziu um relatório muito importante.

Ler a notícia completa no Observador ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

Este assunto em outros veículos

Mais de Observador

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›