Prisão preventiva para jovem suspeito de matar padrasto na Maia
F onte judicial explicou à agência Lusa que o detido foi presente no Tribunal de Matosinhos a um juiz de instrução criminal para primeiro interrogatório judicial, o qual aplicou ao arguido a medida de coação mais gravosa: a prisão preventiva.
Outra fonte judicial adiantou à Lusa que o jovem assumiu ter sido alvo de agressões por parte da vítima, seu padrasto, numa relação marcada por alegados conflitos domésticos.
Em comunicado divulgado no domingo, a Polícia Judiciária (PJ) referiu que, dos elementos indiciários recolhidos, apurou que o suspeito e a vítima se terão desentendido.
"Acabando aquele [jovem] por se munir de uma arma branca e desferir-lhe golpes no tórax e região abdominal, alegadamente para se defender a si e à sua mãe", contou esta força de investigação criminal.
Após o crime, o suspeito saiu "desorientado de casa", indicou a PJ, acrescentando que o jovem, que sabia estar a ser procurado, apresentou-se na PSP, onde foi detido.
Segundo a PJ, "a vítima ainda pediu ajuda via telefone à PSP, mas não resistiu aos ferimentos".
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